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Num determinado momento do aqui e agora: a distinção entre o existente na nossa realidade; o possível de existir, caso se faça isto ou aquilo outro; e o inexistente. Saudável percepção, sem ilusões, inverdades e sofrimentos vãos. Uma verdade existencial: a realidade é mutável, impermanente, e depende de inúmeros fatores. O que não pode faltar em um caminho escolhido: amor e amor próprio.

 

  
 


 

 

 

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Lar Doce Lar da Família Shiva Ganesha         A história natalina no lar doce lar da família Shiva, deus da transformação e da morte.   Conclusão do arquivo: dezembro de 2011               Na mitologia espiritual hindu, derivada da versão do Shiva Purana, existe filho homem decepado por Shiva, com cabeça de elefante no lugar da anterior por exigência da mãe em estado crítico pelo ato do pai ao não reconhecer o filho, quando depois de ir à floresta meditar, esquecido da hora, algumas centenas de anos meditando, chegou em casa, após ter afirmado com total sinceridade voltar rápido. Parvati preparava os alimentos com amor, cuidava da casa, se enfeitava à indiana, gostava de ler para ele, e sendo carinhosa, estava preocupada com Shiva. Ele se dedicava a ela, sua amada e querida esposa, sendo aconchegante, agradável nas palavras, gentil, servindo a ela prestativo nas menores necessidades e vontades, de todas as formas agradáveis e boas que um homem pode proporcionar a uma esposa, ajudando um pouco nas provisões e nos serviços domésticos, inclusive, esquecendo-se dos interesses pessoais. Ela começou a observar Shiva diferente e se recordou o quanto ele viajava, meditava nas florestas e montanhas, cantava e dançava antes de se casar, dando um espaço necessário ao marido, dizendo para ele ir sozinho ser a si mesmo o tempo que quisesse o seu espírito. Shiva havia dito não precisar, porque estava feliz ao lado de Parvati na casa dos dois, o lar doce lar da família Shiva. Estava se tornando triste, no entanto, afastado de aspectos essenciais da própria personalidade e natureza Divina. Parvati incentivou Shiva a reconhecer a necessidade do encontro com ele mesmo naquela fase de sua existência, objetivando o amado se pautar nos referenciais internos em estado latente na inconsciência. Ele resolveu ir para a floresta no alto de uma montanha meditar. Ganesha é fruto de uma lícita produção independente de Parvati no intuito de proteger e defender a porta da sua casa enquanto tomava banho tr
Prisma na arrebentação     Prisma na arrebentação    Rosana Uchôa  29/08/2012   (Astrologia e Espiritualidade)   Em Curitiba, oito meses sem ir à praia, desde pouco antes do natal com a família, mãe, pai e irmão, nas águas mornas, mansas e transparentes de Santa Catarina. Bom tempo para uma carioca. No Rio de Janeiro, num recente domingo de sol, caminhei sozinha na areia poucos minutos até vir à mente: “agora, pela primeira vez depois de tanto tempo, vou fixar os olhos no mar”.  Virei, então, a cabeça para o lado. A onda arrebentou forte naquele instante, e acima um arco-íris rapidamente se formou e se extinguiu em poucos segundos para a minha grata surpresa. Susto bom. Sem registro pretérito na memória consciente. Um animal estava nadando com a metade da cabeça para fora, dando para ver os olhos, ali mesmo onde o olhar se fixou, nas redondezas do arco-íris. Eu acho que vi um leão marinho. Fofo, pensei. Carinha inocente, olhinhos puros. Puxa, estava vendo várias coisas ao mesmo tempo, esperando, a princípio, apenas observar o mar e as ondas, o que já seria bastante, depois de oito meses sem fitá-los. “Os machos podem formar haréns de até cinquenta fêmeas”. Caramba, é por isso que ele se chama leão marinho! Conquistadores profissionais do mar. Sabem tudo a respeito de anima e animus, podendo ser perigosos. São especializados na conquista da alma feminina. Sabe-se que um deles atacou a Shakira em fevereiro deste ano. “Estava a pensar em como eles são bonitos. Tentei aproximar-me um pouco mais do que os outros turistas e desci uma pedra para as acariciar e tirar-lhes uma foto”, contou a cantora. Esta espécie hoje não está ameaçada de extinção, no que depender dos machos, é claro. Já esteve ameaçada no passado. “Hoje, a sua caça é proibida. Porém, ainda sofrem uma séria ameaça associada à ocupação das praias pelo homem, pelo lixo jogado nos mares e pela poluição por petróleo, que coloca em risco todos os animais do mar&rdq
Código morse de Poseidon   Rosana Uchôa 04/09/2012     -         Capitão, mensagem em código morse! Está assinado Ondina de Poseidon.    -         As ondinas contam histórias e falam em sentido figurado, nem sempre compreensível a todos, e por isso são um tanto irritantes... O que ela diz por alto? -         Um barco pirata está se aproximando do navio da marinha brasileira. Não enviem torpedos, porque ele tem sido pirata apenas nas horas de folga, mas na maior parte do tempo é um militar da embarcação. As sereias em polvorosa sobem do fundo do oceano, quem sabe para elas o levarem de vez. De fato, não é este o caso e nem tão pouco a hora. O pirata marujo, fora de forma, estava causando transtornos à embarcação civil, e seu barco clandestino, repentinamente, entrou numa outra correnteza de Tritão, filho de Poseidon e Anfitrite. O barco pirata estará, em breve, chegando por aí. A suave mas firme correnteza está devolvendo o militar à marinha para que ele seja bem tratado, agora ciente dos acontecimentos. Os motivos são os velhos conhecidos, capitão: ex-mulher abnegada, sensível, delicada, frágil, ameaças, neuroses m‎últiplas e tesouros de família.    -         Chamem o oficial tradutor de ondinas, baleias, sereias e golfinhos!     Próximo tema: Três casos reais sobre relacionamentos com violência física e verbal às mulheres – clientes do mês de agosto na cidade do Rio de Janeiro.     
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