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Num determinado momento do aqui e agora: a distinção entre o existente na nossa realidade; o possível de existir, caso se faça isto ou aquilo outro; e o inexistente. Saudável percepção, sem ilusões, inverdades e sofrimentos vãos. Uma verdade existencial: a realidade é mutável, impermanente, e depende de inúmeros fatores. O que não pode faltar em um caminho escolhido: amor e amor próprio.

 

  
 


 

 

 

A paz sempre escuta para ouvir melhor

 

 


A paz sempre escuta para ouvir melhor 

 

Rosana Uchôa

 17/08/2012

 

 "Servir sempre, ferir jamais". Sai Baba.

 

   

 

 
- Felicidade. Um dos principais benefícios da paz é a felicidade. 

- Saúde. A saúde é o equilíbrio do corpo. A paz promove a saúde e o bem- estar emocional, psíquico, mental e físico.  A paz relaxa e ao mesmo tempo ativa. Nos sentimos bem pensando e sentindo a paz.    

- Cooperação. Na paz as melhores virtudes das pessoas cooperam entre si e promovem o desenvolvimento da boa reciprocidade.     

- Entendimento. Na paz entendemos alguma coisa importante, pois entendemos alguma coisa que seja.  

- Alegria. Na paz a alegria é espontânea e o sorriso farto. 

- Deus. Na paz vemos Deus em todos os seres e em cada um, mesmo no interior aparentemente invisível de uma casca qualquer.  

- O tempo presente. A paz busca viver no presente, mesmo considerando o futuro e cuidando da existência. Não alimenta expectativas. A paz aprecia a liberdade.  

- Funcionalidade. Na paz tudo funciona a contento, normalmente, a começar pela gente.  

- O melhor. Na paz acreditamos no melhor das situações e não em uma força contrária desviando a nossa atenção em urgências muitas vezes desnecessárias.  

- Sinceridade. A paz é sincera e cordial.  

- Fluência. O trabalho diário flui sem entraves. A paz é vocacionada, estudiosa e também dedicada às tarefas necessárias.  

- Aceitação. A paz aceita a vida como ela é e faz as mudanças pessoais pertinentes e viáveis, respeitando a si mesma.  

- O ritmo. A paz descobre o seu ritmo, e quando encontra trabalha com ele. O ritmo muda. Não é sempre igual.

- Colorido. As flores parecem mais coloridas, como sempre foram na verdade. Assim também é a vida: como a vemos e percebemos, mesmo quando tudo parece exatamente igual do lado de fora.  Mudamos por dentro. Mudamos as cores e os tons de dentro para fora até se tornarem visíveis e claros.  

- Mudança. A paz muda de dentro para fora e não através de uma imposição de fora para dentro, ainda que existam circunstâncias externas obrigatórias, sem qualquer tipo de controle ou interferência nossa. Aquilo que mudamos de dentro para ser bom, nada de fora tira da gente. Continua com a gente. Só acrescenta e contribui o vindo de fora.  

- Acréscimo e contribuição. A paz acrescenta e contribui. Recebe como Deus Quer.  

- Convivência. Na paz o bom convívio é uma arte e um dom divino que merece respeito. 

- A espera. A paz é paciente. Ela espera o seu tempo, diferente do meu em alguma coisa que já sabemos ou ainda vamos descobrir juntos e separados: o entendimento de uma questão e o grau de desenvolvimento em determinadas qualidades, virtudes e aptidões, por exemplo. A paz dispensa a ansiedade e as cobranças em relação ao outro, diferente da gente em tantos aspectos, considerando as afinidades, quando existem. Sempre existirão o bom senso e a paz no meio de nós. 

- O bom senso. A paz faz tudo parecer coerente. A paz é uma espécie de coerência que a gente acredita porque tem esperança de dias melhores, começando ainda hoje. A paz é a coerência da sensatez daqueles humildes e pacificadores. A paz é uma virtude repleta de bom senso e por este motivo tem coerência. Sem bom senso não há paz, há dúvida e engano.  

O espaço. A paz não invade. Ela consente ou pede licença. A paz é agradável e oportuna. Aprende a se adequar à paz de cada um, o espaço sagrado característico para cada pessoa diferente da outra. A sutil diferença entre os seres.  

- Conservação. A paz tranquiliza as mentes e conserva o amor no coração mesmo nos momentos mais difíceis. Não destrói desnecessariamente o que foi construído de bom. Preserva o ambiente e a natureza de tudo que há. O direito de existir, conservando o bem.  

- Homem. Para uma mulher a paz é um homem educado, gentil, bom e astuto. A paz é como um amor querido que a gente quer estar mais tempo, porque o tempo passa rápido demais quando ele existe - e está bom por perto. A paz de espírito.  

- Medicina da cura. A paz não é dentista, escolheu outra profissão. Peço desculpas. A dor depois seria pior sem eles. A cura física é uma das formas mais belas da paz para o corpo. Louvores aos dentistas. Em alguns momentos, a medicina da paz conscientemente causa dor antes, no intuito de aliviar a dor que haveria depois sem ela. Igual dieta. Necessária. Atividade física diária é sinônimo de prazer e disposição. A paz corporal e energética. A mente precisa de exercícios de igual maneira ao corpo físico. A paz mental.    

- Mulher. Para um homem a paz é uma mulher inocente e pura. “E se não for?” O combate, hoje em dia mundial. Uma parte pela Internet. As pessoas explodindo, implodindo, e o mundo sabendo. Ninguém explica o que não se entende. A paz é o melhor sentido dos direcionamentos.

- Silêncio. A paz conhece o valor do silêncio e do tempo. O psiquismo aprecia o silêncio da voz, da mente e da escrita.  O silêncio concentra a energia para dentro, onde se está em atividade psíquica. O silêncio se rende a Deus e a Ele presta louvores. O silêncio com Deus é a manifestação da paz. O silêncio não se obriga a dizer nada. Ele é uma energia potencial de ação pacífica e pacificadora.  

- Florescimento. A paz é um estado de florescimento. A flor desabrocha e pronto. Ali está a paz. Sem medo de ser feliz ou de ser agredida por ser sensível e delicada. A flor dói em alguns justamente por isso. Ela sensível, chora e depois sorri. Floresce assim mesmo, um pouco tímida e encabulada a princípio. Deixa as flores se expressando, conforme vem as suas palavras.  

- Agradecimento. A paz agradece a existência dos seres ao invés de puni-los e culpá-los para nunca ter errado diante dos outros. A paz é a união que faltava.  

- Competência. Complexo de competência perene não gosta da paz. De forma indevida este equivocado complexo pode nunca considerar errar nas suas ferramentas de trabalho e nas palavras, porque prefere o ego ao invés da verdade e dos fatos reais, distorcendo as situações. O errado é eternamente um outro enquanto garantia das certezas que não podem ser questionadas por uma questão psicológica de aceitação, reconhecimento profissional, auto-estima e até sobrevivência no mundo. A paz agradece, melhora a cada dia e se transforma mediante o passar dos anos e as suas experiências. Todos sentem falta da paz. Procuram pela paz.  

- Projeções. A paz reconhece que qualquer pessoa em algum momento pode fazer projeções, espelhando o seu interno. Busca se ver primeiro. Não quer ver defeitos nos outros. Enxerga bem apenas.  

- Transformação. A paz transforma o mundo para melhor, a começar por ela mesma, o cada um de nós residente num único planeta.  Auto-ajuda.

- Benfeitoria. A paz é amiga e benfeitora. A paz acredita no amor. A paz ama, por isso é paz. Amor e paz promovem benfeitorias individuais, familiares e coletivas.

- Entrega. Há uma espécie de entrega na paz. A paz sem amor ainda não se completou,  porque seria ainda uma formalidade da razão. Amor sem paz é difícil permanecer. A paz se entrega por causa do amor que sente no coração.  

- Boa vontade. A paz é benquista pelos homens de boa vontade. As mulheres sabem disso. Brincando sério.  

- Completude. A paz não precisa de nada a não ser o ser ela mesma. Gosta de compartilhar e receber o que seja bom por vários lados e aspectos considerados benéficos.  Fica na paz.  

- Compartilhando. As alegrias, as ideias, os pensamentos, os sentimentos e as experiências. A inclusão da paz.  

- Privacidade. A paz não tem segredos. Ela tem a sua privacidade. 

- Amor. Carinho, liberdade, aconchego, afinidades e paz.  

- Fidelidade. A paz é fiel e diz a verdade, sendo fiel a si mesma. Agindo na retidão, evita conflitos que podem ser evitados.  

- Autopreservação. A paz se autopreserva, inclusive a própria energia. Não está à disposição sem sentido nenhum.  A paz com Deus e Deus sempre com ela. 

- Cama. Alguns casais se amam com prazer, sem dor. Desfrutam do amor e das energias na cama e continuam em paz entre eles e as pessoas.  O entendimento das energias e do amor gera paz e concórdia.  

- O dizer. A paz sempre quer escutar. Nem sempre sabe o que dizer.  

- Inclusão. A paz busca não ter preconceitos para que as diferenças façam parte também. 

 - A escuta. A paz sempre escuta para ouvir melhor.  

- Força. A paz é uma força interior sem espada.   

- Confiança. A paz confia, exerce a sua confiança e é confiada pelos pacificadores. A paz representa bem a segurança, a autoconfiança e a autoestima.      

- Sexo. Muitas brigas desnecessárias entre homens e mulheres Freud explica: tem a ver com sexo em algum ponto mal resolvido até então. A paz e a satisfação sexual entre um homem e uma mulher Stekel explica bem: amor psíquico, termo utilizado pelo psicanalista.   

- Argumentação. A paz argumenta com carinho, firmeza e convicção. 

 - Conciliação. A paz é educada e gentil, conciliadora.   

- O porvir. A paz é sensível, suave, terna e meiga. Todo mundo quer conhecê-la, a paz, para acreditar num mundo melhor para as crianças do planeta no porvir, mesmo depois que formos embora daqui por um tempo, antes de nascermos de novo.      

- Crianças. É a melhor hora de educar a paz e a não-violência para o futuro. Dentro de casa e nas escolas particulares e públicas.     

- Personalidade. A paz nasceu dotada de uma personalidade forte e, por este motivo, existe e sempre vai existir no mundo, sendo milenar. 

- Justiça. A paz é amiga da justiça e da harmonia. Apreciam o diálogo.  

- Harmonia. A paz aprecia boa música. As boas músicas fazem as pazes com a alma e o espírito. A boa música alegra, harmoniza, sintoniza, ensina, cura, une e transcende.  

- Diplomacia. A paz anda com a diplomacia lado a lado. 

- Desapego. A paz é amada pelo desapego e pela harmonia. Toda construção individual é temporária por melhor que seja, inclusive as boas relações e o bom trabalho. O amor permanece no coração. O desapego se vai quando chega a sua hora de partir dada por Deus.

- Equanimidade.  O grande desafio de deixar a mente serena nas modulações da vida, sem marcas nos acontecimentos ruins e bons. Mente desapegada, intocada e inalterada. Requer exercícios e bom preparo. A paz na mente é equânime.

- Conquista. A paz é uma das maiores conquistas para um ser humano que deixa a vida animal instintiva e reativa no seu devido lugar, sob controle. Há os que conquistaram a si mesmos, os mestres, e os que buscam conquistar a si mesmos, os aprendizes.  

- Poder. A paz é um poder de Deus e não de ninguém. A paz pretende exercer as boas escolhas e busca o entendimento ao mesmo tempo.  

- Reflexão. A paz não é reativa. Ela é reflexiva.  Aprende a pensar antes de agir por impulsos oriundos das motivações internas inconscientes de si e das outras pessoas. Diz o que considera melhor e, às vezes, diz conforme pensa e acredita. Silencia também quando precisa, quando quer pensar melhor, ou quando quer esperar uma pessoa pensar melhor. 

- Arrependimento. A paz faz o melhor que conhece a cada momento, mesmo quando erra. A paz não tem motivos para arrependimento nesse aspecto da necessidade de agir, incluindo acertos e erros. Pede desculpas e acerta o passo.  

- Reconciliação. A paz se reconcilia para brigar depois num dia que não chega nunca. Graças a Deus todo dia.  

- Fé. A paz remove montanhas, quando por si mesma acredita na fé.  

- Autoconhecimento. A paz pretende se conhecer melhor, inclusive para não errar com os outros. Mesmo assim erra, porque falta viver mais um pouco antes de vir a conhecer e também se conhecer. 

- Alunos e professores da paz. A paz aprende a amar quem já lhe faz mal, porque são irmãos e professores de amor e paz, mesmo passando por momentos difíceis e complicados. A paz espera. Quem espera sempre alcança. Anjos e demônios são ambos professores de matérias diferentes e complementares. Nenhum dos dois ensina apenas lições fáceis de se entender e aprender. Somos alunos e professores, um pouco de cada. Toda e qualquer pessoa está apta a aprender ou a ensinar alguma coisa. Deus ajuda. Deus ajuda a manter a paz e o mundo continuarem existindo.   

- Defesa e leitura. Quando nos sentimos agredidos e invadidos em nosso espaço territorial, mobilizamos energia para a defesa das energias contrasteadoras fora do lugar. Quando um obsessor do plano espiritual entra dentro de casa, devemos resolver esta situação. É a nossa casa, a rua onde moramos e os lugares onde frequentamos, trabalhamos, enquanto pessoa física. Nem todo personagem ou circunstância era para estar ali com determinados diálogos e atitudes. O Bhagavad-Gita é claríssimo em dizer literalmente a respeito de combates e guerras: nunca um militar luta na casa e imediações do outro, e só combate depois de não haver mais possibilidade nenhuma de diálogo na diplomacia, porque tudo já foi conversado. O diálogo diplomático é apreciado em primeiro lugar. Deus deixou um livro sagrado escrito sobre batalhas internas, externas e guerreiros – o Bhagavad-Gita. Excelente leitura. Recomendável à toda a humanidade. O livro sagrado existe há cinco mil anos. Há um campo de batalha consentido onde as lutas e combates acontecem, um campo neutro.  Os devotos de Krishna jamais usam soldados e pessoas do bem para investigar, distorcer e interferir propositalmente na vida alheia nas casas e imediações alheias. Há atitudes que em nome de Deus não. Arjuna foi um general nascido na casta dos guerreiros da Índia e deveria cumprir o deu destino dado por Deus. Ele foi um dos maiores guerreiros que existiu na face da Terra e  estava próximo da libertação dos ciclos de nascimentos e mortes para nunca mais ter a obrigação de encarnar novamente. Krishna foi o seu mestre e instrutor. A paz se traduz da seguinte forma: Surreal. Lemos e estudamos o Bhagavad-Gita. OM SAI RAM.  

Deus conhece o nosso caráter e atitudes habituais desde que nascemos. Jesus Cristo, Krishna, Nossa Senhora e Sai Baba são onipresentes, oniscientes e onipotentes e estão sempre prontos a realmente nos ajudar. Aprendemos a distinguir o certo do errado sem confundirmos a mente nesse sentido, as intenções e propósitos. Há bagagem espiritual pretérita: o livro sagrado de um iluminado. Hare Krishna. 

- Jogos. A paz distingue um jogo de uma guerra, porque é completamente diferente. É racional e não inconsciente, nem raivoso ou depreciador de virtudes alheias. Toda e qualquer pessoa é dotada de boas capacidades, méritos e virtudes. Alguém começa um jogo, mas nem sempre foi a gente. Estamos nas mãos de Deus. Passamos todos pelas mãos de Deus. Essa é uma verdade incontestável a respeito da existência de cada um. Deus nunca perde. Conforme a Sua Vontade é o nosso destino. Nem sempre sabemos qual é a Vontade de Deus e por este motivo somos aprendizes de Sua Vontade.  

- Amistosos. A paz é amiga dos amistosos e dos inamistosos. Estes últimos não sabem que a paz é amiga. São sempre os primeiros, antes da paz. A esperança é a última que morre. A paz é a última a ir embora antes de apagarem as luzes do mundo e acabar o planeta de vez. Deus disse que o mundo não acaba, ele passa por transformações. A paz prevalece. 

- Missão. A paz não se vitimiza, seja o que for que aconteça e ainda deva se aprimorar. Ela cumpre a sua missão de paz.

- Amizade. A paz se encontra entre amigos, os recebe bem, sendo bem recebida por eles. Há uma grande satisfação e bem-estar quando se pensa neles ou quando se encontram. Os amigos são bons, e mesmo que não estejam sempre com a gente, sabemos que eles querem o nosso bem, onde estiverem, da mesma forma que queremos o seu bem. A paz e a boa lembrança dos amigos. Deus é o nosso melhor amigo sempre consciente, junto a gente em todos os momentos. No coração Ele reside.  

- Gentileza em cascatas. Gentileza gera gentileza. O efeito multiplicador das gentilezas gera paz no mundo. A paz é gentil, pacífica, boa e se expande num efeito cascata, uma das mais belas cascatas de água doce cristalina.    

- Existência. A paz não se sente melhor e nem pior do que ninguém. Ela simplesmente existe: A PAZ.  

- Renascimento. Qualquer pessoa pode renascer paz num lindo dia ensolarado, quando o céu está completamente azul, a cor da paz acima de nossas cabeças e mentes. Nesse dia, o mundo inteiro quer a paz. A paz afirma e confirma a paz.    

- Nações. A paz entre as nações é uma das seguranças do planeta. Depende de cada um e não apenas dos governos escolhidos por nós. Sempre governaremos a nós mesmos – ou não, no caso de um desgoverno individual.     

- Ecossistema. A paz da natureza: a preservação do ecossistema.  

- Sintonia. Refletir sobre a paz nos faz entrar em contato com ela dentro de nós. Agir com a paz é uma consequência natural de nossas crenças e convicções.  A paz ela concentra a mente. Gratidão aos seres.

- Eternidade. A paz não tem idade porque ela nasce e renasce em cada coração vida após vida, nascimento após nascimento e morte após morte. A paz existe eternamente nos mundos, nos seres e nas incontáveis casas e moradas do Pai Celestial. A paz está na criança, no adulto e no velho. A paz é você no coração do universo.

- Riqueza. Nunca pensei que a paz fosse tão repleta de atributos e riquezas até pensar melhor sobre ela. 

- Tratado de paz. Ficou tão grande, não imaginei, que agora está quase um tratado de paz feito espontaneamente em bem menos do que vinte e quatro horas, dizendo respeito a um dos cinco valores humanos fundamentais, segundo Sai Baba: verdade, retidão, paz, amor e não-violência.

- Comunhão. Alguma coisa nós temos em comum, seja quem for: A PAZ.  A paz, um valor humano universal.

 

 

 

 

 

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