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Num determinado momento do aqui e agora: a distinção entre o existente na nossa realidade; o possível de existir, caso se faça isto ou aquilo outro; e o inexistente. Saudável percepção, sem ilusões, inverdades e sofrimentos vãos. Uma verdade existencial: a realidade é mutável, impermanente, e depende de inúmeros fatores. O que não pode faltar em um caminho escolhido: amor e amor próprio.

 

  
 


 

 

 

Política Florestal e a Unidade do Planeta

 

 

 
Política Florestal
e a Unidade do Planeta
 
Rosana Uchôa
 
 
 
Uma de minhas inspirações
como contadora de estórias...
no decorrer do mês de setembro de 2010
e alguns detalhes em outubro.
 
 
Há milhares de anos atrás na história do mundo em um lugar distante, todos os animais atentos às calamidades decorrentes nos últimos tempos se reuniram numa assembléia geral das matas para compreender e eleger mediante voto livre e direto a espécie animal mais peçonhenta da floresta em meio a tantos descalabros e infortúnios. Entre os candidatos mais cotados estavam os mosquitos; os ratos; as cobras e/ou serpentes; os escorpiões; e os abutres. Depois de truncadas e infelizes discussões improdutivas, uns acusando outros por certas atitudes ou pelo descaso em relação a determinadas questões, e uns até atribuindo para si méritos alheios, a espécie cobra e/ou serpente foi declarada por outras espécies de ser a mais peçonhenta da floresta. As cobras se entreolharam e via direito de resposta simplesmente disseram em uníssono sem mexer um único músculo do corpo: Surgida a 150 mil anos atrás, a espécie animal mais peçonhenta da floresta é o homo sapiens quando motivado pela cobiça pessoal. Ignora a si mesmo sem saber: "A essência da natureza humana é divina; o objetivo da vida é realizar e manifestar essa divindade potencial; e a unidade é a base da diversidade".
 
 
Sem pestanejar, tranquila e firmemente, a espécie candidata serpente continuou suas argumentações dentro do tempo delimitado: Tal espécie peçonhenta extremada radical detentora de inteligência estratégica imediatista consumista, o animal vertebrado homo sapiens, polui no mundo inteiro tanto o ar que respira a todo segundo como as águas que precisa beber, se nutrir, lavar e se banhar, inclusive nas praias impróprias; afeta a camada de ozônio que protege a todos dos raios solares nocivos com gases tóxicos lançados na atmosfera; acrescenta agrotóxicos e químicas indecifráveis no solo e nas mais diversas misturas de alimentos disponíveis; além de esgotar recursos naturais antes considerados renováveis sem conhecer limite aos próprios desejos e, segundo cientistas renomados, extraindo tudo da natureza criada em milhões de anos numa velocidade cibernética; e em contrapartida repondo de forma infinitesimal numa velocidade de lesma. No saldo entre débitos e créditos da Mãe Natureza, o balancete contábil não há como fechá-lo por muito tempo sem fatores significativos de última hora. Por enquanto o desenvolvimento não é sustentável. O homo sapiens despeja lixos, dejetos e mais lixos sem fim fabricados ou eliminados sem nenhum critério e os amontoa; carece de saneamento básico para os esgotos; dissemina vírus de alta periculosidade em computadores; faz queimadas e desmata florestas nativas para auferir dinheiro de formas variadas nas já incendiadas florestas pelas prolongadas estiagens; provoca e também ameaça de extinção inúmeras espécies vivas catalogadas e até desconhecidas de animais, vegetais e minerais, por vezes até para sobreviver.
 
Como se não bastasse, de modo costumeiro responsabilizam os governos por tudo sem perceberem a si, ainda que naturalmente governos humanos tenham deveres a cumprir de forma moral e ética e ao menos segundo a Constituição assumam cargos para representar o povo homo sapiens, esse mesmo que também está por aí, sem valores humanos e espirituais elevados, e sem a importantíssima e fundamental Educação nos níveis de escolaridade. Isso sem falar nas guerras atuais; na violência generalizada nas ruas, favelas e dentro de casa; nas guerras químicas ou nas bombas atômicas com efeitos radioativos lançados em Hiroshima e Nagazaki no fim da Segunda Guerra Mundial para se lembrarem que o planeta Terra é de todas as nações, raças e de todas as espécies criadas por Deus.
 
 
 
Milhões de espécies diferentes do nosso planeta votaram reunidos na Assembléia Internacional Constituinte no dia de eleição geral das Florestas. De forma impressionante, após o debate eleitoral gratuito, uma única espécie animal ganhou por unanimidade com 100% dos votos exclusive um único voto (menos um) para quem não votasse em si mesma, mas votasse em outra espécie qualquer, conforme proposto antecipadamente pelos escorpiões na concordância de todos os animais. Premissa dos escorpiões: 100% dos votos -1 = unanimidade, sendo um único voto recebido para qualquer espécie anulado.
 
 
O resultado evidente e poderoso das urnas foi o seguinte: A espécie animal mais peçonhenta venenosa da floresta é o homo sapiens quando motivado pelo pecado da cobiça, sendo a omissão do eu, o um excludente, o pecado mais que perfeito, porque responsabilidades de verdadeiros responsáveis, no caso de serem consideradas relevantes à total indiferença, são sempre alheias na hora de se assumir atitudes, culpas e ausências, sujeitas às leis do karma. O homo sapiens votou na espécie cobras e serpentes, tirando o corpo fora e transferindo o corpo atuante, contudo o seu voto foi anulado por premissa dos escorpiões, pois nas matas houve apenas um único voto para cobras e serpentes. Em união, as espécies animais resolveram obedecer aos artigos, parágrafos e incisos da Constituição das Florestas. Cada espécie florestal a seu modo bem prudente e cauteloso para não ser ferida e ameaçada de extinção cumprimentou as cobras, serpentes e escorpiões, inclusive a espécie animal homo sapiens, aqui vitoriosa, que para não ficar de fora resolveu tirar o seu chapéu, essa surgida na pré-história a 150 mil anos depois da evolução do homo erectus datado há aproximadamente 1,8 milhões de anos atrás.
 

 
“Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional
 
Constituinte para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte Constituição da República Federativa do Brasil”. Preâmbulo de 1988.
 
Com respeito, reverência e amor à pátria o Hino Nacional Brasileiro...
 
 
"Existe uma série de regras que devem ser seguidas no momento da execução do hino. Deve ser executado em continência à Bandeira Nacional, ao presidente da República, ao Supremo Tribunal Federal e ao Congresso Nacional. É executado em determinadas situações, entre elas: cerimônias religiosas de cunho patriótico, sessões cívicas e eventos esportivos internacionais".
 
 
Letra do Hino Nacional Brasileiro
I
OUVIRAM DO IPIRANGA AS MARGENS PLÁCIDAS
DE UM POVO HERÓICO O BRADO RETUMBANTE,
E O SOL DA LIBERDADE, EM RAIOS FÚLGIDOS,
BRILHOU NO CÉU DA PÁTRIA NESSE INSTANTE.
SE O PENHOR DESSA IGUALDADE
CONSEGUIMOS CONQUISTAR COM BRAÇO FORTE,
EM TEU SEIO, Ó LIBERDADE,
DESAFIA O NOSSO PEITO A PRÓPRIA MORTE!

Ó PÁTRIA AMADA,
IDOLATRADA,
SALVE! SALVE!

BRASIL, UM SONHO INTENSO, UM RAIO VÍVIDO
DE AMOR E DE ESPERANÇA À TERRA DESCE,
SE EM TEU FORMOSO CÉU, RISONHO E LÍMPIDO,
A IMAGEM DO CRUZEIRO RESPLANDECE.
GIGANTE PELA PRÓPRIA NATUREZA,
ÉS BELO, ÉS FORTE, IMPÁVIDO COLOSSO,
E O TEU FUTURO ESPELHA ESSA GRANDEZA.

TERRA ADORADA,
ENTRE OUTRAS MIL,
ÉS TU,BRASIL,
Ó PÁTRIA AMADA!
DOS FILHOS DESTE SOLO ÉS MÃE GENTIL,
PÁTRIA AMADA,
BRASIL!

II
DEITADO ETERNAMENTE EM BERÇO ESPLÊNDIDO,
AO SOM DO MAR E À LUZ DO CÉU PROFUNDO,
FULGURAS, Ó BRASIL, FLORÃO DA AMÉRICA,
ILUMINADO AO SOL DO NOVO MUNDO!
DO QUE A TERRA MAIS GARRIDA,
TEUS RISONHOS, LINDOS CAMPOS TÊM MAIS FLORES;
"NOSSOS BOSQUES TEM MAIS VIDA,"
"NOSSA VIDA" NO TEU SEIO "MAIS AMORES".

Ó PÁTRIA AMADA,
IDOLATRADA,
SALVE! SALVE!.

BRASIL, DE AMOR ETERNO SEJA SÍMBOLO
O LÁBARO QUE OSTENTAS ESTRELADO,
E DIGA O VERDE-LOURO DESSA FLÂMULA
-PAZ NO FUTURO E GLÓRIA NO PASSADO.
MAS, SE ERGUES DA JUSTIÇA A CLAVA FORTE,
VERÁS QUE UM FILHO TEU NÃO FOGE À LUTA,
NEM TEME, QUEM TE ADORA, A PRÓPRIA MORTE.

TERRA ADORADA,
ENTRE OUTRAS MIL,
ÉS TU, BRASIL,
Ó PÁTRIA AMADA!
DOS FILHOS DESTE SOLO ÉS MÃE GENTIL,
PÁTRIA AMADA,
BRASIL!
 
 
 
Enquanto cidadã brasileira atualmente voto em candidatos pesquisados, analisados e selecionados do Partido Verde. Sempre votei no Lula e no PT. Nas eleições do país em termos perdi em quase tudo, entretanto visei intensificar o foco e na força de um partido, de minha parte apostando inclusive numa possível futura presidenta do Brasil. Sempre votei em todas as eleições e em todos os turnos; jamais em branco ou nulo. Sobre se eu sei ler e escrever, pergunta do Censo 2010, respondo agora a qualquer governo e também governado: penso que sim, mesmo com erros, de acordo com o meu nível de escolaridade e de disciplina prática ao longo dos anos, por toda a dádiva de Deus: ouvindo; lendo; pensando; transformando a mim mesma; sentindo; atribuindo significados às experiências; rezando; entoando; concentrando; escrevendo páginas; e consertando linhas da “minhalma” um quê de poética.
 
 
Este texto é uma criação exclusiva como filha e assumo inteira responsabilidade sobre as palavras utilizadas, assim como sobre todas as minhas atitudes certas e erradas ou pela falta de atitude, quando necessária, nessa existência diante de Deus, a Eterna Testemunha, e dos homens. O que as outras pessoas fazem ou deixam de fazer não pertence mais à minha alçada, competência ou atribuições e ponto. Sendo ao longo dos anos estudante aprendiz e companheira da verdade e da retidão, o Pai Celestial gosta assim. Graças a Deus.
 

Hiroshima e Nagasaki

Uma lembrança

 
Além do Brasil o único país que veio à mente enquanto escrevia de forma livre foi o Japão nas imagens da segunda guerra mundial. Comecei, então, a pensar na sincronicidade de Jung e em trânsitos astrológicos. Até o Hino Nacional Brasileiro já havia sido escrito. Não iria perder a oportunidade de continuar a ser o meu próprio ser e também contribuir tal como gota de água pura da montanha em bico de pássaro da floresta pretendendo apagar o imenso incêndio que está consumindo a biodiversidade e praticamente a grande maioria dos recursos naturais do planeta.

 

 


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