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Num determinado momento do aqui e agora: a distinção entre o existente na nossa realidade; o possível de existir, caso se faça isto ou aquilo outro; e o inexistente. Saudável percepção, sem ilusões, inverdades e sofrimentos vãos. Uma verdade existencial: a realidade é mutável, impermanente, e depende de inúmeros fatores. O que não pode faltar em um caminho escolhido: amor e amor próprio.

 

  
 


 

 

 

Pilatos e o Oráculo de Delphos - parte 2

 

 

 

Histórias Astrológicas e

 Tarológicas Espirituais

 

 

Pilatos e o Oráculo de Delfos
Parte 2

Instrumentais utilizados como recursos teóricos:  

Astrologia, Tarô, Evangelho de Jesus e Mitologia. 
 

Direitos autorais reservados - Rosana Uchôa.  

 

 

 
Signo Virgem Solar, aprecio escrever assim...
 
 
 
Um número significativo de virginianos, assim como eu, age e escreve com frequência. Virginiano Solar, aprecie por intermédio da mente e do coração, mas ambos, necessariamente, não são você na totalidade, pois O SER os supera sem saber a razão da verdadeira consciência. Aprecie a luz átmica numa postura desapegada do algo a mais atribuído em excessos, as sombras de si e do se, o porque do vir a ser, sem a priori contestar, sem projeções, por favor, aceitando o hoje bem-vindo solicitado por você mesmo, reconheça, a uma distância tal do ego, puro e interiorizado, permitindo visualizar a uma certa perspectiva do próprio ego, sem rejeitá-lo, amando o criado para servir e não ferir. Não imagino quando você nesta vida vai receber de alguém novamente um escrito espiritual desta natureza. Quando escrevo e trabalho, sei apenas como vou começar o pensamento. Por vezes já tanto estudei, li, experimentei, ouvi, pesquisei e conheço partes do trajeto de Mercúrio a voar. Geralmente nunca sei para onde vão os escritos ou como vão terminar as ideias. Livre mente e coração a pensar. Num texto como este a seguir, desconheço totalmente o percurso guia no mapa, atlas geográfico completo das frases da mente e do coração. A ínfima miniatura vai se desdobrando aos poucos, conforme vou seguindo naturalmente o fluxo da luz. Apenas COMECEI Pilatos em Delfos. Só isso. Uma única coerente frase síntese do coração e da mente num dado local e momento específico para comunicar, mesmo sem verbo e já um ponto. Mais nada. Depois vieram na análise pormenorizada, detalhada ao extremo bom gosto intelectual e requinte social, mais significados nas extensas terras de Histórias Espirituais Astrológicas e Tarológicas, indo nesta jornada aonde nenhum homem e nem mulher jamais esteve nas estrelas piscantes. De virginiana para Virgens.
 
 
Baco escravizava inclusive aqueles excessos relacionados ao status de Poder, à vaidade; à abundância material consumista; e ao conhecimento de classe adquirido nas privilegiadas posições sociais e econômicas: militares, engenheiros, arquitetos, políticos, pseudo-sábios, matemáticos, ateus, panteístas, astrólogos, filósofos, agricultores de posse, todos certamente brilhantes e competentes em seu elevado nível de conhecimento construtivo e produtivo sócio-cultural, perpetuadores inconscientes das mega estruturas dos Césares, símbolo do inquestionável Poder Divino a eles atribuído. Para falar a verdade, mesmo sem ser declarado o mais importante, geralmente ocultado pela imensa maioria dos adeptos seguidores, o deus mais popular e requisitado em Roma foi Baco: o deus da embriagues do vinho (da ebriedade);  de toda sorte de excessos; dos prazeres sexuais mil; das orgias; das festas bacanais em sua homenagem; da natureza; escravizando os seres às ilusões dos cinco sentidos nos vícios mundanos sem limites e muito menos sem fim. Príapo, portador de um pênis gigantesco, é um de seus companheiros favoritos, também sendo considerado seu filho, em algumas versões de seu mito.

Baco foi a tal ponto ampliando o seu domínio em toda Roma, que os cristãos mesmo munidos de incipiente auto-domínio, em seu amor sincero e na esperança de breve libertação por Deus foram perseguidos em massa nas ruas e invadidos dentro de suas casas, entregues de bandeja aos leões famintos dentro das jaulas para serem devorados sem nada terem feito de mal a ninguém. Antes da era de Cristo, salvou-se Daniel na cova dos leões por sua fé inquebrantável e conduta irrepreensível, relata passagem Bíblica. Baco das mentes confusas e nebulosas, instáveis na fé; das más companhias, declinantes espiritualmente; mentes perversas na ignorância, pois se tratavam de prazeres e diversões unilaterais de mau gosto, de energia pesada e negativa emitida, carregada de vícios e más condutas tais como: ironias, sarcasmos, humilhações, assédios morais e desregramentos sexuais, se perpetuando como um deus fortíssimo e Poderoso na maioria dos segmentos sociais e culturais até à atualidade em todo o planeta Terra, inclusive inserido, infelizmente, no meio astrológico brasileiro.
Desafio de Baco: Um dia vir a conhecer e apaixonar-se por Ariadne, sua esposa; descobrir a Ariadne latente e pulsante na própria esposa; ou na verdade a esposa descobrir quão Ariadne simplesmente é. Evidentemente, por Baco ser o deus da ebriedade e de todos os excessos, por já estar habituado a erotismo com ou sem apaixonamentos, digo que Ariadne da Mitologia possui também outros atributos femininos. Baco ama e é apaixonado por Ariadne. Nem toda mulher pretende ser Ariadne ou é Ariadne por natureza a decifrar labirintos ocultos; nem toda mulher possui o destino de ser Ariadne. Algumas têm esse destino lá do passado ao se casarem, mas nunca entenderam. Perderam-se dentro de si mesmas em outra cruz de Cristo: os maridos de anos. Nem todo homem é Baco.

“Ariadne, Ariagne, Ariane ou Ariana era a filha de Minos, rei de Creta  e Pasífae
. Apaixonou-se por Teseu e ajudou-o a derrotar o touro Minotauro, mas foi por ele abandonado. Entretanto, o deus Dioniso a viu e por ela se apaixonou, tornando-a sua esposa. Seu nome parece derivar de ari hadnê, "a mais sagrada"; a variante Ariagne significa ari hagnê, "a mais honrada". Em Roma, foi sincretizada com Líbera, a esposa de Líber, deus do vinho sincretizado com Dioniso”. Wikepédia.   

O fio de Ariadne nos labirintos de Creta: Ela sim conhece os trâmites internos e o caminho dos monstros escondidos no inconsciente de cada um e por vezes de tantos. Minotauro não quer ser descoberto e mata suas vítimas sagazes. Ariadne estica o fio que desenrola no caminho certo. Tudo bem Ariadne conhecer o caminho dos labirintos truncados psicológicos e ser a resposável pela morte do monstro Minotauro, mas só ela para namorar e casar com o deus Baco em pessoa. Furada! Assinado: Sherazade. APOLO OMZE.  
 
Roma, por seu turno, incentivava seus legionários a se divertirem embriagados, ingenuamente, até à perdição espiritual, à loucura das fantasias sexuais impróprias realizadas, porque faz parte das ilusões de Baco, mesmo às custas do sofrimento dos fiéis cristãos, conquanto pagassem e rendessem tributos ao próspero e honrado Império dos Césares. Poder outorgado, afirmavam, pelo próprio deus do Olimpo, Júpiter! Cada um conforme suas versadas e notórias competências educacionais. Poucos se importavam com as vidas dos fiéis; os sofrimentos alheios prolongados; o oceano de lágrimas; o desrespeito; o desgaste emocional, sentimental, psicológico, físico e espiritual, traduzido na forma de doenças; pois até incentivavam os ultrajes a outros seres, enquanto todo esse mais, sem acréscimo nenhum, acontecia à revelia por atribuída falta de desenvolvimento intelectual e competência profissional no nível de entendimento dos fiéis cristãos, como se verdadeiros cristãos quisessem entrar no grupo dos eleitos por Júpiter para também participar das ilusões promovidas por Baco.

Júpiter envia A ÁGUIA de GANIMEDES 

e chuva de relâmpagos dos Céus à Roma /////////////////////, quando Baco quer tomar-lhe o trono da sabedoria às custas dos fiéis à verdade! Sou apenas esta mulher e a minha espada... Justifico... Júpiter está sempre contigo, nem sempre assim entre os homens que almejam subir ou manter sem cair... Confio na leveza da alma, quando há pureza de coração e inteligência espiritual elevada! Confio na gratidão e no amor pela existência de todos os seres criados por obra do amor. Pausa de silêncio... “Subi, subi, subi, subi com alegria ao céu azul, acima das nuvens” , pelo consentimento e Vontade de Júpiter, nas asas da grande Águia, nobre Guerreiro espiritual até o fim de todas as batalhas mundanas: Honra, sabedoria e glória de Júpiter, do Pai Sol e dos Pajés Xamãs. Mais um feliz nobre guerreiro na Terra  numa cinematográfica versão do Oráculo de Delfos!!

 

Faz anos quando assisti documentário, relatando a história dos livros em ótimo canal pago acadêmico History Channel. Nas minhas próprias palavras, o Império Romano chegou ao seu derradeiro desfecho, ciclo depois de apogeu, quando a expansão crescente sem limites do Império se tornou onerosa demais para manter o controle sobre todo o vastíssimo território romano e seus habitantes insatisfeitos, revoltados e aguerridos nele contidos. Roma e Seu Império: o mundo todo! Eram onerosas demais as mega-construções cada vez mais geniais, belas, criativas, sem dúvida nenhuma maravilhosas, trabalho de enormes equipes, e também caríssimas ao tesouro nacional acumulado. Mesmo tendo sido orientado pelos sábios políticos sobre a necessidade de dar um fim às expansões territoriais e às construções monumentais, preservando o já conquistado e obtido, o último dos Césares não se continha. Queria mais e mais, tamanho consumismo e necessidade do acúmulo predatório. As gigantescas construções estruturadas, suas filhas estimadas, viveriam com seu nome de César número tal para a eternidade e, portanto, deveriam ser mais divinas comparativamente àquelas já existentes dos Imperadores passados. César jamais morreria. A investidura de todos os cargos de Imperador do passado eram determinações de Júpiter, o próprio deus do Olimpo, conforme de modo errôneo, mas convenientemente acreditavam e propagavam ao povo. Apolo nesse infeliz contexto do entendimento espiritual, provavelmente confeccionava as coroas dos Césares no Olimpo para imperar o verbo Imperador, Arcano IV do Tarô, tal como se na realidade fosse Sol Central Iluminado. Imperadores Romanos rendiam louvores a Júpiter. O último dos Césares de um Império Romano existente não era diferente. Um César anterior compreendeu a cilada e foi mais prudente: colocou limites temporários à loucura crescente expansionista. Novo velho César veio adiante.

A fortaleza dos muros que delimitava e protegia Roma foi finalmente invadida pelos Vikings. A primeira atitude dos bárbaros foi astuta ao destruir completamente os diques de água, canais responsáveis por toda a vida em Roma: irrigação da agricultura e água potável para consumo. Soldados e homens do povo num ataque surpresa de fora foram mortos pelos invasores extra-territorial Roma, quase ETs, até porque a maioria dos soldados e armas estava lá tão tão distante expandindo as fronteiras, afinal Roma era segundo eles inviolável dama por dentro de casto cinto, os altos muros fortificados de relacionamento social. Os Vikings, por seu turno, resolveram “tirar sarro” de Roma. As mulheres foram estupradas e saqueadas de si mesmas sem homens que lhes defendesse, fato infeliz. A maior parte das vidas em Roma foi interrompida lentamente pela fome e pela sede até a exaustão das forças de sobrevivência natural. Um pequeno percentual reduzido da população resistiu pela Vontade de Deus e continuou a partir daquele ponto crucial de total transformação sem precedentes em Roma: O Dedo de Deus como imagem em Teresópolis; quincúncios nos Yods do entendimento astrológico, por exemplo. Invioláveis a não ser por causa de uma ponta de gelo inesperada como Titanic.
Os muros de proteção, de defesa e de contenção caíram todos, os realmente importantes, mesmo sem os romanos acreditarem, ou quererem acreditar para ver e crer na possibilidade real de invasão imprevisível e completamente fora do controle de UM FATOR EXTERNO QUALQUER A UM MUNDO, GLOBO OU PLANETA como o nosso material, impermanente, transitório, completamente desequilibrado e com baixo índice de espiritualidade teórica e prática, conceito budista das montanhas tibetanas da espiritualidade. Nunca mais o Império Romano se reergueu. Não era para Ser mais assim. 
 
Nosso mundo atual estruturado tal como num rótulo de mercado feito de papel derivado de árvores em extinção do Estado Hidrelétrico Amazonas, para citar recente debate sobre necessidade imprescindível de mais energia para populações crescentes dentro de espaços territoriais num único e pequeno globo terrestre. Sete bilhões e deste atual numerário para mais rapidamente ao que as estatísticas indicam. Os recursos naturais se esgotando dos fundos e os créditos do todo existente criado por Deus sem se repor na mesma medida e ritmo da Criação natural. Deus põe, Deus tira, Deus repõe de outra medida. Quem tem põe, quem não tem tira. Vir a Ser, mano Sermos, então, irmanos.
Fim de um longo, árduo e ao mesmo tempo breve Império pelas ÁGUAS: O FURACÃO Vikings. O surgimento de um Novo Modo de Produção Econômico e de Existência consciencial sobre a Terra. “A Semeadura é livre e a colheita é obrigatória”. É Jesus na montanha das Bem-Aventuranças, entoando os Ser-mãos, irmanos.

ARCANO XX O JULGAMENTO, O JUIZO FINAL:

Um Anjo Solar toca a Sua trombeta espiritual no Céu! Levanta todos de suas covas. Ele traz a compreensão e a superação para outro nível consciencial Solar. Época de transformações, inclusive imprevisíveis futuras. Hora de colheita do Dharma e do Karma de cada ser num fechamento de ciclo, preparando e destinando novo mundo de renascimento astrológico espiritual. Todos se ajoelham para rezar, agradecer, chorar e/ou se submeter a Deus. Ninguém foge do próprio destino. Ninguém deixa de colher o que plantou. Seja feita a Vossa Vontade, assim na Terra como no Céu. Glória a Jesus, o Bom Pastor, e méritos aos Seres Divinos! Vou continuar a aprender, aprendendo a servir e a amar. Gratidão no coração. Quero regar coração bom no jardim de Deus. Amem. Guerreiro no Céu dos astrólogos, cumprindo Sua missão de guerreiro, buscando e solicitando aos seres de luz auxílio, amor e gratidão.


OM SAI RAM BHAGAVAN SRI SATHYA SAI BABA.

 

 

Sermão da Montanha: Bem-aventurados ... Bem-aventurados – Jesus Cristo.

MENSAGENS DEIXADAS POR SATHYA SAI BABA.

– digitar a palavra GELO no busca das mensagens, por exemplo...

 

  “O tempo passa rápido como uma ventania tempestuosa, e a vida do homem está desaparecendo rapidamente como um bloco de gelo ao sol. Tudo ao redor está sofrendo mudanças, mas o intelecto e a mente do homem permanecem inalterados. Obcecada pelo mundo exterior e preocupada com a aquisição de objetos externos, a vida humana está se tornando cada vez mais pesada, e o homem está perdendo sua paz mental. A ansiedade, o medo e a desconfiança estão dominando o homem. Somente quando se livra desses pesos, o homem pode esperar ascender às alturas espirituais”.

 

“O tempo move-se rápido como um furacão. O período de vida da pessoa está sendo reduzido a cada momento, como um bloco de gelo derretendo. Portanto, é o dever de cada homem compreender o propósito da vida e utilizar seu tempo cumprindo suas obrigações e, desse modo, santificar sua existência. O que prende o homem quando se fala em escravidão? O homem pode se libertar somente quando conhece o que o prende. A maior causa da escravidão é o fracasso em se conhecer. Uma pessoa inconsciente de seu verdadeiro Ser não pode escapar da dor. Enquanto houver dor, a bem-aventurança não pode ser experimentada”.

O tempo move-se rápido como ...

 

 

 

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