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Num determinado momento do aqui e agora: a distinção entre o existente na nossa realidade; o possível de existir, caso se faça isto ou aquilo outro; e o inexistente. Saudável percepção, sem ilusões, inverdades e sofrimentos vãos. Uma verdade existencial: a realidade é mutável, impermanente, e depende de inúmeros fatores. O que não pode faltar em um caminho escolhido: amor e amor próprio.

 

  
 


 

 

 

Pilatos e o Oráculo de Delphos - parte 1

 

 

 
Histórias Astrológicas e
Tarológicas Espirituais
 
Pilatos e o Oráculo de Delfos
Parte 1
 

Instrumentais utilizados como recursos teóricos:  
Astrologia, Evangelho de Jesus, Bíblia, Mitologia Greco-Romana
 Conclusão do arquivo: dezembro de 2011.
 
ASTROLOGIA E TARÔ
 

Direitos autorais reservados - Rosana Uchôa.
 



Página da Bíblia aberta "aleatoriamente" no final do ano depois de haver concluído e estruturado o conto em 2011,  
consciente naquele instante de presença espiritual superior, Anjo da Guarda atento aos fatos e às pessoas. Bíblia Leitura Diária, Pastor Silas Masafaia. 
 

Salmo 45.1-17 - Signo de Sagitário, Regente Júpiter, casa 9.

  
"O meu coração ferve com palavras boas; falo do que tenho feito no tocante ao rei; a minha língua é a pena de um destro escritor.  

Tu és mais formoso do que os filhos dos homens; a graça se derramou em teus lábios; por isso, Deus te abençoou para sempre.    

Cinge a tua espada à coxa, ó valente, com tua glória e tua majestade. 

E neste teu esplendor cavalga prosperamente pela causa da verdade, da mansidão e da justiça; e a tua destra te ensinará coisas terríveis.  

As tuas flechas são agudas no coração dos inimigos do rei, e por elas os povos caíram debaixo de ti.  

O teu trono, ó Deus, é eterno e perpétuo; o cetro do teu reino é um cetro de equidade. 

Tu amas a justiça e aborreces a impiedade; por isso, Deus, o teu Deus, te ungiu com óleo de alegria, mais do que a teus companheiros.... " (ler até o final) 

 

Trabalho dedicado com integridade, carinho e amor universal ao Val, astrólogo guerreiro desencarnado em 2009, que em novembro de 2011 tornou viável este trabalho, e um ser espiritual elevado relacionado a ele. Gratidão. Dedicado também, da mesma forma, ao astrólogo professor de História do signo de Virgem, Carlos Hollanda. E ao guia espiritual do professor, que visitou-me em casa, sozinha. Essa é a verdade a respeito desse texto. Não é um trabalho mediúnico. Sou responsável pelas palavras. Os seres, atualmente espirituais, queriam que eu escrevesse, e por estar adoentada no Rio, na época, com os pais longe, em Curitiba, eles ajudaram no sentido da cura física, energética espiritual, e mediante incentivo. A verdade é bela depois de ter passado por ela. Que todos os seres de todos os mundos sejam felizes, aqui e lá. Revisei o texto, parte 1 e 2, e acrescentei as imagens. Estou feliz e tranquila. Hoje: 15/08/2012

 

 

  Signo de Virgem Solar, aprecio escrever assim. 

  

Um número significativo de virginianos, assim como eu, age e escreve com frequência. Virginiano Solar, aprecie por intermédio da mente e do coração, mas ambos, necessariamente, não são você nesse momento, pois O SER os supera. Aprecie numa postura desapegada do algo a mais atribuído a si mesmo, sem a priori contestar, aceitando o hoje bem-vindo solicitado por você mesmo, reconheça, a uma distância tal do ego, interiorizado, permitindo visualizar a uma certa perspectiva distante do próprio ego. Não imagino quando você nesta vida vai receber de alguém novamente um escrito espiritual desta natureza. Quando escrevo e trabalho, sei apenas como vou começar. Por vezes conheço partes do trajeto. Geralmente nunca sei para onde vão os escritos ou como vão terminar as ideias. Num texto assim como este a seguir, desconheço totalmente o percurso da mente e do coração. Vai se desdobrando aos poucos, conforme vou seguindo naturalmente. Apenas COMECEI Pilatos em Delfos. Só isso. Uma única frase na mente. Mais nada. Depois vieram outras extensas e significativas histórias espirituais astrológicas e tarológicas. 
 
 
   

APRESENTAÇÃO  

 

Aprecio criar histórias espirituais astrológicas e tarológicas surgindo da mente e do coração. Nada a ver com rotina diária de aula, palestra clássica, contas para pagar ou para cobrar.

Os filmes indianos possuem uma característica peculiar, pois um único filme agrega um bom número de gêneros, estilo denominado Bollywood: espiritual, bíblico, épico, ação, psicológico, mágico infantil, teatral, drama, comédia, policial, espionagem, catástrofe, musical, aventura, faroeste, guerra, romance, aventura, suspense, sexo e erotismo, fantasia, terror, infantil, animação, ficção científica, documentário, etc. Os bilhetes do cinema na Índia estão entre os mais baratos do mundo. Descobri escrevendo que os meus escritos  pertencem ao estilo Bollyood: a essência espiritual criadora, sendo o coração a sede central do espírito, que interna e espontaneamente é o diretor, o roteirista e o produtor de todas as veias do corpo representadas por categorias artísticas distintas de um espetáculo espiritual ascendente superior no sentido evolutivo. Sempre dentro de critérios espirituais e intelectuais convincentes no universo histórico, científico, mitológico, religioso, holístico, astrológico e “tarológico”.
A ESPADA ERA A LEI: Não ser óbvio. Nenhum personagem precisa fazer parte de algo indesejado, errado, negativo, prejudicial e completamente desnecessário. Em hipótese nenhuma, criação espiritual descendente inferior no sentido involutivo por si mesmo. No sentido evolutivo, os egos dos personagens estão sujeitos a alegrias, sofrimentos, contentamentos, dores, calúnias, erros, aprendizados, acertos, ensinamentos, superações, ganhos, perdas, sucessos, fracassos, nascimentos, até à morte dos EGOS personagens por outros personagens da trama, sejam eles criados pelo mesmo roteirista ou por outro. Um mesmo roteirista pode criar personagens cooperativos entre si de forma saudável. Há os personagens reais da história, exemplo: Jesus Cristo. Podem coexistir dois ou mais personagens iguais, de certa forma, pois jamais serão idênticos enquanto manifestação. FOCO: Sol Central; Arcano XIX do Tarô; Sol no Centro do Sistema Solar astrológico; Sol iluminado dos seres, de cada ser, o atma; Sol mitológico de Apolo; Sol Verbo OM dos Iluminados e Avatares.
 
 
Era uma vez... algum tempo depois da crucificação de Jesus Cristo.

- Quem sou eu e onde estou?
- Pilatos. Oráculo de Delfos, na Grécia, ao pé do monte Parnaso.
Em um dos templos sagrados do iluminado e amado Apolo, infinito Sol Central Om, onde também tenho morada, não sendo a única, pois viajo no interior do verbo ser. Delfos é o centro do universo para os gregos.

Apolo se dirigiu a Delfos com sacerdotes de Creta no dorso de golfinhos.
 
“Pôncio Pilatos, também conhecido simplesmente como Pilatos (em latim: Pontius Pilatus; em grego: Πόντιος Πιλτος), foi prefeito (praefectus) da província romana da Judeia entre os anos 26 e 36 d.C. Foi o juiz que, de acordo com a Bíblia, condenou Jesus a morrer na cruz, apesar de não ter encontrado nele nenhuma culpa".  Fontes:Wikipédia e Opus Dei.
- Não estou conseguindo ver nada de você. Você é uma mulher invisível pra mim. Só escuto baixinho. Não entendi nada também. Você é muito confusa, ingênua e egoísta, mulher invisível.

-
(A mulher invisível, guardiã de segredos psíquicos e espirituais). Sei disso, prefiro assim, mas há quem consiga ver melhor. O Oráculo de Delfos espelha verdades profundas. O Oráculo existe dentro dos princípios da retidão. Em Roma você é favorável aos homens que nunca pecaram e jogam pedras e mais pedras nas talvez mulheres adúlteras. Deixa tais atitudes ignorantes sem nenhum tipo de punição. Você pune os ladrões, prezado Juiz Prefeito da Judeia!
E você pensando, então, que sou passiva e quase nunca me disponho a levantar da cadeira! A Grécia é a pátria mãe das Olimpíadas; e para os atletas eruditos é a sede da tocha olímpica que nunca se apaga. Disponibilizam na Grécia excelentes e aprazíveis academias de musculação e aeróbica: Jump (trampolim elástico), Chibam (dança aeróbica), Step (degrau aeróbico) , Body Combat (luta), Body Pump (“alterofilismo”), esteira, pistas de corrida em parques, etc. Trabalho sentada, é verdade, mais fácil, ou de pé quando abordo estudos da Mitologia Greco-Romana.
 
“Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus” – JESUS CRISTO.



O Imperador, Arcano IV, em algarismo Cesar Romano

Por gentileza, preste atenção às cenas na sua frente em quatro dimensões 4D (sem tela plana ou LCD derivadas). Leia as legendas do texto no espaço, atento às imagens se descortinando entre as duas colunas. Concentre-se interiormente e entre em meditação profunda de olhos abertos ou fechados, como preferir. Tudo está dentro. Não há mediunidade em Delfos. Conhece-te a ti mesmo e conhecerás o Universo.  
“O conceito de uma quarta dimensão é algo frequentemente descrito considerando-se suas implicações físicas; isto é, sabemos que em três dimensões temos as dimensões de comprimento (ou profundidade), largura e altura. A quarta dimensão (espacial) é ortogonal às outras três dimensões espaciais. As direções principais nas três dimensões conhecidas são chamadas de em cima/baixo (altitude), norte/sul (longitude) e leste/oeste (latitude)”.
 
“Para ser mais preciso, a quarta dimensão deveria ser identificada com o tempo (ou dimensão temporal). Todavia, entre as décadas de 1870 e 1920 na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos, a expressão caiu no gosto popular com o significado de "quarta dimensão espacial" (ou seja, seria na verdade uma "quinta dimensão") e daí disseminou-se por todos os campos das artes e ciências, tornando-se "uma metáfora para o estranho e o misterioso".

1820 a 1920 - Décadas de aumento rápido da industrialização européia. Revolução Industrial. Abordagem em 4D - Regência planeta Urano.

Para melhor compreensão do presente trabalho, pesquise o endereço citado (de apenas uma página) e veja as imagens em 4D. 

ROMA:
A missão de Jesus num corpo físico já estava próxima ao fim, cumprindo Ele de forma consciente as escrituras sagradas. Por ter previsto o desfecho carnal na cruz, apenas em termos Jesus foi traído por Judas (signo de Escorpião) no monte das oliveiras. Deixou acontecer exatamente numa espécie de jogo divino, concepção hinduísta. Ressuscitou no terceiro dia; surgiu diante dos apóstolos de Cristo; e ascendeu ao Céu, sua verdadeira morada, Seu reino, Seu mundo.


“Meu reino não é deste mundo”.

“Na casa de meu Pai existem muitas moradas” – Jesus Cristo.

 

O julgamento de Jesus foi dividido em duas etapas distintas: o julgamento judaico e o julgamento romano
 
Depois de longo interrogatório sobre sua fé verdadeira, o presidente do Sinédrio deu por encerrada a reunião após votação, onde Jesus havia sido condenado por blasfêmia desmedida e estava sentenciado de morte. Restava as autoridades romanas ratificarem o julgamento do Sinédrio e proclamar a sentença. Apresentaram acusações políticas, além de acusações religiosas, para preocupar as autoridades romanas. As acusações dos delitos deveriam ser convincentes e a pena só poderia acontecer com a autorização de Pilatos.
 

Escute sobre os Últimos Acontecimentos Antes da Crucificação.  
 
 


Pilatos, incrédulo Juiz Prefeito da província da Judeia no Império de César, fez as mais variadas perguntas a Jesus sobre seus atos. Desde a infância o Prefeito Juiz foi ensinado e doutrinado pelo universo holístico de sua época a cultuar os deuses romanos, entre eles: Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno. O povo romano antigo era aguerrido pela natureza do deus Marte, inclusive na amplitude e na expansão crescente de seus territórios e domínios, usurpados violentamente de outras cidadanias: tesouros naturais, bens, mulheres e escravos. Jesus incentivava, por exemplo: as virtudes do coração e a ausência de pecados; o desapego dos bens materiais e até de si mesmo; o núcleo familiar sem adultério; o controle dos sentidos; a fome e a sede de justiça; os mansos e pacíficos; os que choram a serem consolados; a caridade aos pobres e doentes; a humildade; o serviço a todos, mesmo sendo o último a ser servido; não roubar e não matar, etc. Ensinava a amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Pilatos, não estando de acordo com o Sinédrio, pretendia a libertação de Jesus por sua inocência nos atos, mas preferiu crucificar Jesus ao invés de libertá-lo para um amanhã duvidoso de fé; e não compreendendo a dimensão da escolha do povo, lavou as mãos, afirmou fazê-lo.

São Tomé, um dos doze apóstolos e representante fidedigno do Signo de Virgem, pediu a Jesus tocar-lhe as mãos queridas após ter ressuscitado. Jesus apareceu de corpo vivo diante dos apóstolos de Cristo para surpresa geral. Tomé queria tocar como tocam os que amam ao ver os amados. Precisava ser curado daquela dor tão imensa, aquela despedida na Cruz. Queria saber curar Jesus das feridas abertas, pois o amava e não suportava vê-Lo sofrer tanto assim.  

Ao tocar Suas mãos, Tomé recebeu o pedido com todo amor do coração, sentindo de perto a potência incrível do dínamo energético oriundo do Amor infinito Daquele que o ensinava como Pai e Mestre. Na sua fé nunca duvidou nem mesmo por breve instante se tratar mesmo de Jesus, O Cristo Redentor. Alguém sempre afirmou certezas pela primeira vez e as outras pessoas, até incluir toda a humanidade atemporal, passado e futuro, seguem o roteiro a partir da primeira versão, mesmo os bons sem querer pensar ou fazer mal, porque ainda acreditam nas certezas notórias milenares. Assim como São Pedro possui a chave do Céu e é a rocha sustentáculo da igreja, assim afirmou Jesus, São Tomé possui a enigmática chave cristã da verdadeira fé em Deus. Ele é a fé no Mestre Solar, um Avatar, e fé em si mesmo, traduzindo a pureza do espírito, quando Ele bate a porta de casa dos devotos.  
 
O apóstolo cristão era repleto de fé nas mensagens renovadoras e ações práticas de Seu amado Jesus. Duvido que São Tomé tenha duvidado apenas breve instante de Jesus, mesmo depois do desencarne, porque eu mesma nunca duvidei nem antes e nem depois. Sendo inteligente, reconheceu Jesus assim que o viu de tão perto olhando para ele nos olhos como somente Ele olhava. São Tomé é um dos doze apóstolos de Cristo e não um homem de fé vacilante qualquer. Era próximo demais a Jesus para tanto de errado e equivocado no espiritual. Cenas horríveis de terror causam traumas e marcas para um virginiano solar de nascimento presenciar e de algum modo contrário participar: uma coroa de espinhos enfiada na cabeça até sangrar; o corpo magro açoitado; mãos que servem e curam marteladas como um objeto inanimado sem dor. Mãos que distribuíam pães, peixes e curavam todos os enfermos de suas tantas aflições da alma e do corpo. Jesus atendia a todos que procuravam com amor. Tomé queria afagar as mãos amadas pregadas na Cruz. Quero ver suas mãos, Mestre! Quero tocar Suas mãos. Quero ver seu rosto suave. Não quero lavar as minhas mãos como Pilatos e lançá-Lo em seguida à cruz! Quero ver os pés também! Tudo de bom a visão Divina! Jesus, meu amado, Jesus! Amo a Deus sobre todas as coisas! Nem todos aguentam só ver esse mundo doente a promover mais doentes e doenças. Rei de todos os Reis entre os homens nasceu na manjedoura com seus pais e no meio de pastores e dóceis animais recebeu três astrólogos (majoric traduzido da Bíblia grega). Jesus não era um corpo de trinta e três anos morto ensanguentado, flagelado e assassinado pelos ateus depois de apenas cinco dias do nosso calendário. Jesus é Jesus, o pescador dos homens, o bom pastor entre as ovelhas de Deus, O Cristo Rei redimindo todos os nossos pecados na eternidade e para a humanidade SER SÓ AMOR.


Pilatos, por sua vez, também representante do signo de Virgem, em outra tecla da espiral evolutiva, lavou as próprias mãos diante de Jesus e do seu povo, tocando apenas a si mesmo na limpeza, a mão direita com a mão esquerda, por falta de pureza e fé, passando água para melhorar um pouco a contaminação externa dos que queria crucificá-lo, numa espécie de auto-cura do próprio ego. Pilatos lavou as mãos antes da refeição dos sentidos, para o estômago não passar mal com a visão interna das cenas de cruel e arrebatadora violência a seguir ao veredicto de juiz prefeito. Reconheceu Jesus ser inocente da responsabilidade de ser um blasfemador, criminoso político ou ladrão, porém havendo já decidido pela (em breve) crucificação de Jesus, como decorrência da opinião pública e não por certeza dos atos oriunda da luz da Verdade do Ser Central, signo de Virgem.


Porque Pilatos lavou as mãos
 
“Lavou as mãos diante de multidão e disse:
- Eu não sou responsável pela morte deste homem, isso é com vocês. E toda multidão respondeu:
- Que o castigo por esta morte caia sobre nós e sobre os nossos filhos. Então Pilatos soltou Barrabas, como eles haviam pedido. Depois mandou chicotear Jesus e o entregou para ser crucificado.
A bem da verdade, Poncio Pilatos estava com a sua consciência pesada. Com certeza, por trás da cortina do palco em que se encontrava protagonizando a farsa do julgamento do Senhor Jesus, pela fresta deve ter visto sua esposa, Claudia Prócula, meneando a cabeça negativamente, ante uma decisão espúria e covarde de lavar as mãos ante um assassinato que se ia cometer, por ordem de seu marido, apesar de, antes, ela o haver advertido para tomar cuidado no julgamento que ia presidir”.
 
Após breve votação pública a respeito do destino de Jesus, Pilatos libertou um ladrão eleito livre, Barrabas, ladrão mesmo, e crucificou no mesmo dia um outro homem, também ladrão, ao lado de Jesus, este último regido pelo Espírito Santo, a Pomba da Paz.
Mulher comovida de devoção e sofrimento esculpiu rosto e coroa de Deus no pano, pintando de sangue aquele AMOR verdadeiro, e com Jesus viveu para sempre da energia pura emitida do sangue de Cristo num pano. Mereceu presente recebido do Seu amado Jesus.

O segundo ladrão no fim das contas não entendeu a respeito de Jesus tão transparente, sábio, puro, bom para com todos, casto e inocente pastor de ovelhas estar ali exatamente junto a ele na Cruz, tal como um igual ou semelhante criminoso. Do seu coração brotou a resposta certa à eleição direta do Prefeito ao cargo pesada Cruz: Jesus nada havia feito de errado ou malévolo, pois por toda a Sua existência serviu a todos, sendo o último a ser servido; pregou Sua Mensagem de AMOR E FÉ, a Sua própria Vida; e morreu preso aos pregos por um Amor humanitário não compreendido. Morreu como um ser humano individual não respeitado, repudiado, humilhado, diferenciado de um coletivo massificado, sempre nascente.
 
Aqui nascem e renascem seres em constante evolução até se atingir o ponto de liberação para outros mundos melhores e mais felizes existentes no astral da Terra e em outros planetas. A Terra vai passar por mudanças e transformações: planeta de expiação e provas para planeta de regeneração, segundo Allan Kardec. Um belo dia sem mais a necessidade de reencarnar neste mundo físico material, hoje ainda em alguma medida seres primários pelas paixões escravizantes dos sentidos e interesses egoístas mesquinhos. Até hoje as pessoas preferem instalar morada eterna no plano físico, acreditando que só existe aqui mesmo: nascimento, brinquedos, broncas, brigas, dinheiro, crescimento, desenvolvimento, estudo, trabalho, reconhecimento, fama, reprodução, sexo, romance, família, amigos, manutenção, casa, alimento, vestimenta, bens, defeitos, contas a pagar, invenções, doenças, sofrimento, dor, prazer, dor, velhice, decrepitude, sobra de tempo para Deus e morte. Todos presos por livre-escolha da ignorância numa roda girando sem fim dentro da eternidade: nascimentos e mortes. Jesus ensinou o caminho da libertação definitiva para o reino dos céus, no sentido de leveza áurica para se subir literalmente no plano astral, onde também existem moradas celestiais (plural) na casa do Pai.
Jesus sendo eliminado tal como um bandido qualquer, um marginalizado da sociedade existente, ensanguentado por crimes de apropriação indevida alheia, na verdade Filho amado de Deus, Encarnação Divina na plenitude da Consciência Solar, um Avatar, meu amado querido Jesus Cristo, nascido de mulher para a libertação do espírito.

"Deixe que seu ego morra na Cruz, para que você viva eternamente" - Sathya Sai Baba.

Um simples ladrão, outro representante fidedigno na duplicidade do Signo de Gêmeos, além do apóstolo relacionado, ambos regidos pelo deus Mercúrio, libertou Jesus da Cruz por autêntica escolha pelo coração virtuoso, sendo contrário a tantos outros semelhantes, a maioria (não todos) naquele exato momento da eleição. O ladrão deu o seu voto sincero de Minerva tal como na eleição da liberdade de Atenas e declarou-o a Jesus, assim como Pilatos o fez ao Mesmo em Roma: Jesus a ambos amou. Absolveu Pilatos do seu erro de submissão às influências externas. Pilatos quis e bem tentou ajudá-lo, cedendo no final pela maioria além da opinião dele mesmo.
Jesus confortou o espírito santo do ladrão com excelente notícia, afirmando num simples convite: “Ainda hoje estaremos juntos no Céu”. Jesus recusou daquele vinho levado à sua boca ressequida para aliviar as dores da carne, diferente do vinho nas ceias dos apóstolos. Uvas são as mesmas. Vinhos não. Ao invés disso, orando a Deus, se submetendo ao Seu Supremo desígnio, e prenunciando a morte do corpo, proclamou a todos: “Perdoe-os Senhor, Eles não sabem o que fazem”. Amando de todo coração e dizendo simplesmente a verdade, nada mais o atava ao plano físico da Terra.
O ladrão ouviu bem o som da voz de Jesus dentro dos tímpanos. Importante para um ladrão desenvolver tal habilidade: saber ouvir. Virou a cabeça para o lado confiando em Jesus, e pela primeira vez confiando em Deus, nas palavras de Jesus. Pediu logo perdão a Deus por todos os males cometidos, porque observando de cima da cruz todo aquele cenário absurdo, sem sentido nenhum, do suposto entendimento racional das criaturas, conheceu a Verdade das Verdades sobre a ignorância espiritual: Eles não sabem mesmo o que fazem. Vou perdoar tudo e todos também, felizmente morrendo desse mundo ilusório e indo para o Céu a convite de Jesus. Rendeu-se. Entregou o espírito carente da sabedoria de Deus. Jesus curou seu entendimento sobre a compreensão dos extremos nas dualidades opostas: completa ignorância sobre verdades espirituais contra X versos de sabedoria amorosa verdadeira. Evolução. Não sabem ainda o que fazem: fazem no aspecto de agem sem retidão, imersos na ignorância e descrentes a respeito de qualquer aprendizado necessário e satisfatório, pois ainda querem continuar agindo da mesma forma conhecida, cômoda, gratificante num certo patamar de consciência, suficiente aos egos auto-centrados, sem nunca realmente mudar e nem transformar a si mesmos em alguém diferenciado, individual, com valores e princípios mais elevados, despojados e altruístas.
 
O ladrão da matéria não resistiu à entrega total de si mesmo a Deus, na união de todos os pares significativos, tornou-se irmão de todos e, assim como Jesus, resolveu se entregar à própria morte do ego sem resistência ao amor que A-prendeu e Jesus libertou. O ladrão morreu sim, sim morreu: para uma nova vida o santo espírito fez passagem ao Seu lado no Céu, assim como na Cruz da Terra, renascendo mais novo discípulo fiel numa das paradisíacas moradas de Jesus Cristo, o Redentor. Deixou para trás toda a morte de outrora existência, suposta vida. Fez dupla com Jesus Cristo no Céu, oh Divino e glorioso Signo Gêmeos, roubaste Jesus da cruz! Jesus liberou “o ladrão de Cristo” de todo o karma pretérito da mesma forma, e em Sincronicidade Divina subiram os dois nadadores espirituais no astral: Ladrão arrependido e Jesus dadivoso; Deus Pai e Seu amado filho; Atma Deus, eterno Ser interno e Mestre Avatar, consciência solar plena. O ladrão de matéria, apegado à matéria, deixando seu passado para trás, levou Jesus consigo em direção à altíssima esfera espiritual do AMOR. Voou para cima nas asas de Mercúrio nos pés. Jesus deixou isso tudo rolar, sendo dadivoso ao extremo. O ladrão do sagrado coração de Cristo, amando e sendo amado, cansado de sofrer por tantas mentiras, trocou toda a existência ilusória por Jesus, A VERDADE, no melhor negócio do mundo. Nada restou para restar ao pó ou às cinzas. Só AMOR irradiando. Jesus por seu turno libertou por mérito o ladrão de sua Cruz, feliz por fazê-lo, deixando irem os dois juntos até o Céu, onde lá reside o ladrão de cristãos fervorosos, à espera de todos os filhos de Deus e não apenas de Um.

Mulher, este é o teu filho João, disse à Maria em prantos. João esta é a tua Mãe Maria. Assim juntou e também uniu a família de Deus para não ficarem sem Pai e sem filho. Jesus é Pai de João e filho de Maria no coração de cada um. Jesus não morreria para João. Continuou vivo para João. Deu-lhe uma Mãe. À mãe inconsolável deu um novo filho. 
 

Jesus deixou Seu corpo. As nuvens do céu se fecharam escuras. Fortíssima tempestade, trovões e ventanias de Júpiter furioso caíram sobre Jerusalém. José de Arimatéia havia obtido a permissão de Pilatos para levar o corpo de Jesus.

São João, o evangelista, mais tarde escreveu o Apocalipse e dos apóstolos morreu velho, o mais velho de idade cronológica. 

Os apóstolos seguiram na Missão. Sofreram perseguição e foram assassinados. São Pedro (signo de Sagitário) não mais titubeou na fé. Entregou Sua fé a Jesus, a pedra filosofal da igreja sagrada de Cristo num altar lindo dentro do coração. Deixou-se levar pela correnteza espiritual superior, a despeito dos escárnios, humilhações, raivas de cada um entre tantos que lançavam a ele cruelmente no despeito das palavras e atos projetados. Sofreu resignado seu flagelo, os açoites do verbo e da carne. Venceu o medo de si mesmo. Decidiu pela flecha coragem do atma, o espírito eterno, e obteve o sentido da existência em qualquer dos mundos criados. Aceitou a forte correnteza o levando ao destino, sendo lançado a ela, maior do que ele, para onde deveria ir: a morte do corpo, o corpo de apóstolo invertido na Cruz, sem o mérito de Jesus, alegando aos injustos de Deus, tendo já realizado e completado o que lhe caberia fazer: verdade e amor. Não conduzia, era conduzido, levado pelas fortes águas da vida eterna, Sua existência de verdadeiro cristão. Sentiu fortemente a própria coragem: um misto de dor da alma, tristeza, medo, fé e Amor sublime a Jesus e a Deus nos olhos lindos, amorosos e profundos marejados de água. Sonhei assim com São Pedro levado pela correnteza espiritual superior, louvando a Deus de todo coração, Seu desígnio... Escrevi mais, então, estas linhas acima, conforme vi e senti São Pedro. Amor, gratidão, fé, verdade e obediência, São Pedro...

Numa espécie de lógica espiritual, o tal ladrão roubou o coração de Jesus, sendo conduzido e conduzindo até o Céu, até porque O menino Krishna, azulão de espírito, inocente, apenas roubava propositalmente os potes de manteiga e de iogurte de Sua amada Mãe Yashoda e brincava com as vacas pastando em Vrindavan, produtoras do leite da vida eterna. HARE KRISHNA, HARE RAMA! 
 
São Pedro deu-lhe a vitória. A mulher descravou espada da pedra: coração puro. Ganhou a espada da fé, rígida e imóvel espada na pedra. São Pedro considera atos sem força espiritual de tantos tentando tirar, sem nada saber do coração de si, nem do coração de ninguém mais. HÁ MAIS ESPADAS DE SÃO PEDRO NAS PEDRAS. Evangelho de Jesus Cristo.

Agora aprendeu na escola daquele Mago Merlim.

O papel do Merlim na trama a partir daí não era o de fazer magia e feitiços, mas sim de mostrar ao seu povo que ele continuava junto ao rei e com isso assegurar a paz entre o reino e os povos antigos, os tornando aliados incontestáveis. O Merlim era um título e não um homem, é bom que isso fique muito bem claro”. 

“Merlin (ou Merlim), personagem do Ciclo Asturiano, era um mago, profeta, conselheiro e grão-druida. Teve sua primeira aparição no  século X, e segundo a lenda ele é filho de uma freira com um íncubo (demônio da  Idade Média). Merlin herdou a beleza da mãe e a inteligência do pai. Merlin, primeiramente, foi confundido com um louco chamado Myrddin, que se refugiou nas terras escocesas  e lá fez muitas previsões para o futuro. O mago Merlin conhecia mistérios do céu e da terra, da vida e da morte, dos homens e dos deuses. Alguns o chamavam de feiticeiro, outros achavam que ele era um santo. Todos, porém, o reconheciam como um dos homens mais sábios desde tempos imemoriais”.         

http://lendas.no.sapo.pt/lendas/avalon/merlin.htm

e wikipédia.  

 

 CONTINUA A PARTE 2


 

 

 

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