Menu e Textos Alma das Flores
Banner

Cadastre-se e receba newsletter

    

 

 

Num determinado momento do aqui e agora: a distinção entre o existente na nossa realidade; o possível de existir, caso se faça isto ou aquilo outro; e o inexistente. Saudável percepção, sem ilusões, inverdades e sofrimentos vãos. Uma verdade existencial: a realidade é mutável, impermanente, e depende de inúmeros fatores. O que não pode faltar em um caminho escolhido: amor e amor próprio.

 

  
 


 

 

 

Lua crescente e quadrante do eixo, da cruz no mapa astrológico

 


 

Lua crescente em Áries e um quadrante do eixo,  

da cruz no mapa astrológico

Rosana Uchôa

19/04/2013


Nos trabalhos das Lunações tenho sentido vontade de ficar atenta no momento da mudança de fase da Lua, de modo consciente, desperta psicológica, emocional e racionalmente, mantendo a atenção à fase semanal que está sendo inaugurada, representada por um mapa astrológico, e, em seguida, decidindo sobre a elaboração num sentido interno, e o que fazer e escrever, dando conta também de outras atividades imprescindíveis, o que tem sido válido para os 12 meses.  E consultas por telefone e pessoalmente solicitadas. Considerando a impermanência de tudo que há nesse mundo que Deus Sabe melhor que qualquer um.  A fase da Lua Minguante foi muito forte, emocional, um trabalho profundo para mim, exigindo mais do que pensava, a princípio. Valeu!

As práticas de cada fase têm sido interessantes, bastante diferentes e complementares, diria, e isso pode, sem dúvida, ser transmitido na forma de um novo conhecimento astrológico que seja útil, prático e benéfico às outras pessoas: mulheres e homens. E aqui, nesse espaço virtual individual, website de domínio próprio, adquirido, criado, elaborado e desenvolvido com dedicação, e página do Facebook, redigindo as palavras, é possível repensar sobre um saber, ou até descobri-lo, e ir traduzindo o que pode parecer claro para quem lê, ou oculto ‘por trás dos bastidores internos – e externos’, parte integrante e perceptível do complexo mundo da mente humana, incluindo pensamentos, atos, palavras - e porque não dizer, sentimentos e emoções.  

Uma verdade possui muitas facetas e determinados ângulos para serem iluminados.

- Qual é a fase da Lua que mais se aproxima da realidade física?

- A Lua é sempre cheia, mas do nosso ponto de vista passamos semanas enquanto observadores de uma parcela da Lua, dependendo da incidência da luz do Sol sobre ela. Somente em pouquíssimo tempo vemos a Lua Cheia realmente, inteira. Mesmo com referência à Lua Cheia percebemos ‘um preenchimento’ até chegar à Lua Cheia completa, oposição exata entre Sol e Lua; e logo em seguida ‘um esvaziamento, dia após dia, até a fase de Lua minguante, no dia quando ocorre a quadradura exata.  

Interessante observar a importância do aprofundamento e das retiradas de excessos de acúmulos na fase da Lua minguante para um melhor aproveitamento da fase lunar crescente posterior. As pessoas, muitas vezes, estão acostumadas a valorizar ‘o ir sempre adiante e acima’ num mercado competitivo de egos, como se fosse um retrocesso a observação atenta, o se ver, trabalhando, aceitando e reparando as próprias negatividades e sombras da concebida realidade interna e externa, com certeza existentes em cada um dos seres humanos, que não são iluminados avatares, Encarnações Divinas. Todos nós somos pessoas normais em processo evolutivo gradual. 

 

OS ARQUEIROS LANÇAM AMBOS UMA FLECHA DE FOGO

DEFENDENDO, CADA UM, O SEU DOMICÍCIO PRÓPRIO,

EM RÁPIDA SINCRONIA:

UM CENTAURO DE ZEUS E

DIANA, A DEUSA GRECO-ROMANA, A LUA

ACERTAM O MESMO ALVO

 

Motivação da atitude do centauro de Júpiter, de acordo com o Direito Administrativo:

Júpiter (Zeus), regente do signo de Sagitário, da mente abstrata, está conjunto à linha do Ascendente (seta à esquerda), local onde o Sol nasce, no comunicativo, informativo, distributivo e também superficial signo de Gêmeos, regente da mente concreta. O filosófico e cerebral Júpiter, em detrimento ou exílio no signo de Gêmeos (local oposto ao seu domicício natural), lança fortemente uma flecha na linha do Ascendente, logo no amanhecer ensolarado de um novo dia.   

 

Motivação da atitude da Lua, a Diana, de acordo com o Direito Administrativo:

Diana ainda hoje é a deusa da Lua e da caça, mais conhecida como deusa pura, filha de Júpiter (Zeus) e irmã gêmea de Febo (Apolo, o Sol). Diana, a caçadora, é muito ciosa de sua virgindade, pureza, famílias, casas, lares, desde sempre - quando nasceu - num sentido prático e objetivo das condutas corretas no mundo existente, e, em especial, da natureza interior profunda, sem máculas sócio-culturais advindas de um equivocado e maléfico senso comum - coletivo.

Logo ao nascer, Apolo matou a serpente Píton em Delfos, lugar onde foi construído o mais célebre de seus templos. Na entrada do Templo do iluminado Apolo uma mensagem filosófica, espiritual, astrológica e religare (conexão): "Conhece-te a ti mesmo." -  Sócrates.

Observação significativa: Não confundir pessoas, os seres espirituais incólumes, com seus/nossos atos falhos ou retos. Atos bons ou os incorretos, equivocados, imprecisos e inconscientes negativos são o alvo, quando dirigidos diretamente a nós ou quando se referem ao genérico coletivo: cidade, país, planeta, destinados a todos os indivíduos, classes, raças, níveis sociais, educacionais, etc. 


 

Quando observamos os arqueiros, pela sua própria natureza, um centauro de Zeus (Júpiter, regente do signo de Sagitário, da mente abstrata), e a Diana, a deusa grega, a Lua, pela lei de Newton de ação e reação, ela primeiro puxa o arco e o braço para trás, e então, dessa forma correta e de grande energia potencial acumulada, antes da energia cinética se por em movimento, a sua flecha, então, ser lançada e alcançar um determinado alvo de longe, bem no centro do ponto, no meio de círculos e mais círculos.

Há um velho ditado que diz: "Acertou na mosca!"  Significa que acertou bem no centro do pequeno, e também velocíssimo, incrível e incômodo alvo móvel, oriundo do signo de Gêmeos, elemento Ar.

Não é negativo, e sim positiva a aceitação construtiva de um ser criado por Deus com todos os seus potenciais em uso, ou potenciais ainda adormecidos, inconscientes, que começam a ser requisitados por novas necessidades. É a conexão de um ser, ser este já existente e completo no seu interior, verdadeiro e sincero, desprovido de termos de caracterizações limitadoras, sem hipocrisias e nem ilusões conscienciais, oriundas do senso de um falso egocentrismo coletivo, que infelizmente, pelas ignorâncias, paixões, modismos negativos e falta de prática de estudos interativos em grupo, de exercícios de concentração e de reflexão regular, ainda se percebe como se estivesse acima (ou abaixo) dos outros seres viventes. Por este motivo, um SER se considera melhor (pior), mais (menos) capaz, mais (menos) importante, mais (menos) atuante, mais (menos) realizado, superior (inferior) em relação a uma massa de pessoas supostamente carentes (supridos), membros do padrão sócio-cultural, na dicotomia dos seres sencientes. Dessa maneira, agem os filhos de Deus como pensadores competitivos inconscientes, teoricamente representativos de algo, que pode até ser importante e significativo, porém ainda não se está agindo de modo integrado em harmonia e amor com a maioria dos outros seres irmãos, considerados assim, distintos e separados, ‘no apartheid mundo competitivo’ num sentido material, físico, intelectual, familiar, espiritual, etc.  

Isso se resume no seguinte: um enorme medo da perda, das frustrações, do medo do isolamento social e das desilusões, numa bolha de apegos. Ninguém apenas ganha ou apenas perde, e seja um ou outro o ser verdadeiro, eterno, é intacto. Uma irritação bastante comum por causa das mudanças e transformações internas fundamentais, do que parece, à princípio, tão boa conhecida e realizada estrutura atual, e tão ruim e prejudicial vinda de um outro alguém supostamente errado, o sempre de fora, externo; e também um incômodo do que pode ser perdido um dia por insuficiência de conexão do ser, por exemplo no advento da morte física da personalidade atual, e de novos renascimentos como Deus quer, porque ainda falta base, raízes sólidas para manter a estrutura atual no eterno, se é que existe esta possibilidade para Deus nos Seus Desígnios.   

Os créditos kármicos podem ser acrescentados, ou também podem expirar, mesmo com méritos atuais, quando há, por exemplo, dificuldade e prevenção em dar merecido valor aos outros seres do bem, irmãos de jornada, como se não houvesse lugar bom para todos os viventes, ou bons lugares delimitados. Esse conceito errôneo e equivocado de desvalorização, exclusão/inclusão e depreciação alheia dos seres tende a mudar pelos novos fatos do desenvolvimento da mente individual e do senso de coletividade participativa integrada familiar, que agrada bem mais hoje em dia.    

Um atleta corredor, ele primeiro coloca um pé para trás para iniciar a corrida. Ser veloz e manter o fogo da chama aceso, necessariamente implica numa pessoa que busca se mover adequadamente ou manter a atenção, enquanto faz pausa, movendo o ser interno para dentro e para trás para ganhar pulsão de movimento, sem isso ter nada a ver com preguiça, ignorância ou algo superficial do gênero. Afinal o que pode ser considerado mais produtivo e eficiente em termos de desenvolvimento pessoal? Um arqueiro num combate direcionado sempre para frente e para cima? Ou um arqueiro que tranquilamente puxa e estica seu belo arco e braço para trás e lança forte a sua flecha, atingindo direto seu alvo?  É bom estudar e praticar com regularidade ao longo dos anos e anos nas boas escolas da luz interior. Estudar e aprender com outras pessoas, e interagir, nunca é, nem nunca será, demais.  

Melhor considerar pequenos os passos da  compreensão e das práticas para quem sinceramente almeja servir aos demais, sempre se reciclar, se desenvolver e evoluir, seja qual for o lugar onde atualmente se encontra, as pessoas envolvidas, ou as circunstâncias ao redor, com certeza impermanentes. O tempo de vida é rápido e curto para tanta coisa a ser aprendida, e, principalmente assimilada, e Deus sempre nos movimenta livremente, a despeito de nossos desejos, interesses pessoais, e atuais companhias.    

Nesse ponto os mestres iluminados afirmam que família é uma ilusão, mesmo incentivando os casamentos e a formação dos núcleos familiares para um país sadio, um mundo sadio, segundo Sai Baba, por exemplo. Li algo assim, em síntese, no Gita Vahini de Sai Baba: Depois que se nasce de novo, zera o cronômetro e começa tudo de novo e todos os prazeres, dores, alegrias e sofrimentos, sem praticamente ninguém se lembrar da vida anterior ou dos antigos familiares. Morrem e sofrem no astral. Nascem de novo. Geralmente é a verdade, né!, o esquecimento de todo mundo, com algumas vagas lembranças inconscientes, quando é o caso, mas nem sempre uma repetição, e nascer bebê como Deus, o Soberano e Justo, bem Quer e Sabe o que é melhor para nós em novas circunstâncias, propícias à evolução dos seres.  

Para observadores astrológicos, considerando a partir da Terra, cabe ao Sol iluminar a parte da Lua que merece melhor atenção e compreensão dos símbolos e suas representações com seus respectivos significados. A ideia reside em focar um lado da consciência, incidindo a luz da nossa consciência sobre alguma parte a ser observada e acolhida, de certa forma ignorando outras partes, mesmo que significativas e importantes, mas relevando num determinado momento as prioridades a serem pensadas ou revistas. Isso facilita a compreensão de qualquer tema. 

A Lua se move uns 13 graus por dia, se afastando do Sol desde a Lua nova. Em uma semana após a Lua nova, a Lua forma uma quadratura de 90 graus com o Sol, um aspecto de linha vermelha, um ângulo tenso entre Sol e Lua, inaugurando, assim, a fase da Lua crescente, propícia a acréscimos, complementos e desenvolvimento de processos de várias ordens e naturezas. Na Lua minguante retiramos, eliminamos, e interiorizamos até a nossa essência, e entramos em contado com as dores e as alegrias que tal contato nos faz sentir e aprofundar. Recorda? Na lua crescente acrescentamos, desenvolvemos, exteriorizamos, percebemos cada vez mais, e somos mais bem percebidos, vistos, ou erroneamente julgados.

 

 

No mapa astrológico da Lua crescente de abril de 2013, o que chama a nossa atenção e, na síntese do entendimento de um conjunto, deveria ser interpretado?  

A Lua em Câncer é maternal, sendo zelosa de seus familiares e da casa. O sentimento de acolhimento, receptividade, abrigo, nutrição e segurança, tanto física quanto psíquica, fazem parte de suas características primordiais. No mapa a Lua está na casa 2, área de valores pessoais, escolhas materiais, recursos materiais e financeiros, e os recursos internos, as vocações e os talentos que podem ser direcionados para se auferir dinheiro, como um meio de troca, por trabalhos e serviços prestados.   

O Sol, a essência da identidade, e Marte, deus guerreiro, das ações, e da energia e da força de fogo, defensor das temidas ameaças, e das divisas dos territórios, estão no signo de Áries, elemento Fogo, na casa 11, das amizades, grupos e a coletividade humana. O Sol está exaltado em Áries e Marte se localiza em seu próprio domicílio em Áries, fazendo uma conjunção. Significado: Uma pessoa individual mantém de forma combativa aquilo que entende e concebe em termos do que seja importante à própria preservação estrutural da identidade e individualidade, diante de outras pessoas amigas, um grupo, ou da humanidade.

A Lua no signo de Câncer reside em seu próprio domicílio, pois dizemos que a Lua é regente do signo de Câncer, assim como Marte é o regente do signo de Áries, também fortemente posicionado em seu próprio domicílio, ainda mais em conjunção com o Sol, signo de individualidade, força atuante, iniciativa, energia motriz e independência acentuada.  

Para ficar mais claro o entendimento da teoria que quero passar, no zodíaco natural, considerando Áries no signo ascendente, há uma quadratura natural entre Áries e Câncer: um dos conflitos básicos de uma cruz existente entre Ascendente-Descendente, Meio-Céu - Fundo-do-Céu, que todos nós seres humanos carregamos por toda a vida, seja ela qual for, de uma forma ou de outra, sejam quais forem a circunstâncias, os níveis mentais, as pessoas envolvidas ou as atitudes tomadas: o que sou, penso e faço por mim mesmo(a), representativo de Áries, e o quanto e de qual forma nos relacionamos em família, dedicando a nossa energia, e cedendo de um eu sozinho isolado, atuante e, em termos independente, porém sem o acolhimento, o aconchego, o amor e nem a segurança do signo de Câncer. E a partir disso, o quanto nos disponibilizamos a compartilhar dentro de um espaço de intimidade caseira, considerando a inserção em um complexo núcleo central, consoante e discordante de nós ao mesmo tempo, sendo acolhedor na infância e na maturidade, favorável à nossa existência, à sobrevivência, ao crescimento e ao desenvolvimento, e de certa forma, sendo também ‘invasivo’ de uma individualidade própria. Há a formação de novas famílias.  

Além disso, tal individualidade existente na maturidade pode, de fato, não combinar com uma série de pessoas disponíveis e interessadas; ou não coincidir interesses no sentido de uma formação familiar; ou talvez combinar com uma série de pessoas não viáveis por vários fatores existentes práticos. Uma individualidade que não quer precisar de ninguém, porque já se basta, em termos, para existir e ser a si mesma; ou sendo mais feliz e coerente fiel a si, sem se associar com quem não ama e nem acrescenta; ou não há como desenvolver uma relação construtiva; ou não há vontade mútua;  percebendo a individualidade como uma entidade autônoma livre, que se concebe inteira até um ponto de conflito de inclusão, afeto, confiança, acolhimento, atenção e segurança. Há questões que quando alguém cita, a gente compreende perfeitamente faz tempo, não sendo novidade, propriamente. So Love, love. “Por incrível que pareça, estou me vendo através de você.”

- Por que?

- Porque todo ser humano, em tese, possui um esqueleto, um tronco, duas pernas, dois braços e mãos, dois olhos, dois ouvidos, músculos e esse conteúdo do texto acima também. Normal em toda gente, e aqui me incluo.  

No mapa da Lua crescente de abril de 2013 percebemos de imediato Júpiter em Gêmeos conjunto ao Ascendente (em Gêmeos). Gêmeos e Sagitário pertencem ao eixo do conhecimento. Em termos de forças planetárias, Júpiter está em domicílio no signo de Sagitário, porém em detrimento ou exílio, no signo oposto, em Gêmeos, posicionamento do mapa em questão. Isso significa que um centauro, por exemplo, perde a precisão e a profundidade ao lançar a flecha oriunda de Sagitário em Gêmeos, contudo, por outro lado, é possível abrir novas frentes alternativas, assim como amplificar, estender a área de abrangência, e disseminar um conteúdo simplificado, favorecendo as informações básicas compreendidas, transmitidas - e retransmitidas - para um maior número de pessoas com características, níveis educacionais e caminhos de vida os mais diversos.   

Mercúrio (formas de pensamento, a comunicação) conjunto a Urano (rompimento, mudanças rápidas e liberdade da mente e dos seres) em  Áries favorece a lógica, os pensamentos livres individuais, sem comprometimentos, rigidez ou apegos, e também favorece os pensamentos libertadores de um pré-condicionamento da mente, podendo fluir novos pensamentos próprios, criativos, inteligentes, rápidos, dinâmicos e técnicos. Ou seja, favorece a liberdade das aprisionantes marcas mentais individuais e familiares, predisposições estas adeptas de padrões sócio-culturais dominantes valorizados, que historicamente influenciam, regulam e reafirmam de forma habitual, rotineira e cotidiana as concepções e pré-concepções pessoais, e também familiares e coletivas, ou até os preconceitos comuns entre as pessoas. Os preconceitos têm sido um acúmulo de marcas registradas, repercussões automáticas, e ‘visões agregadas perceptivas’ de mundo e de existência, baseadas em condicionamentos coletivos, por exemplo em grande medida regidos pelas concepções econômicas, psicológicas e culturais de uma sociedade. A conjunção de Mercúrio Urano é inteiramente a favor de insights, de onde vem uma energia interior de um ser central, enquanto indivíduo com a sua digital física, criação única.

A favor da liberdade da mente, dos pensamentos e da expressão, por livre escolha e arbítrio da capacidade humana nata de pensar, refletir e repensar os assuntos, e a própria vida, independente de comprometimentos, para buscar compreender e melhor optar em qualquer segmento e contexto do próprio destino, mantendo-se estruturas construídas, e, além disso, também realizando mudanças possíveis, cabíveis e necessárias nos direcionamentos particulares, relacionados às metas de vida (Casa 10) de cada individualidade.

Plutão, deus da morte, dos renascimentos, regenerações e transformações, da Psicologia e da sexualidade, na própria casa 8, onde Plutão reside naturalmente.   

Netuno, regente do signo de Peixes, e deus dos Oceanos, na casa 9, das religiões, estudos superiores e filosofia, assim como Júpiter, co-regente de Peixes, angular, conjunto ao Ascendente, favorecem ambos os planetas a espiritualidade, o misticismo e as artes aplicadas no intuito de um melhor entendimento e compreensão de teorias.

 

 

 

A IMPRESSÃO GERAL DO MAPA DA LUNAÇÃO:  

O CONTO DE AS FILHAS DO MAR 

O conto retrata um homem e uma mulher numa época de guerra. Cada um dos dois, ao seu modo, passava por estados de alegria, prazer, dor, saudade, indignação e conflito entre Sol e Marte em Áries e Lua em Câncer em quadratura, numa fase de Lua crescente, num local pitoresco netuniano onde entidades oceânicas femininas estavam atentas aos atos e fatos da vida e da morte dos dois.     GIBRAN KHALIL GIBRAN, UMA LÁGRIMA E UM SORRISO. 

“Disse a quarta: ‘Como Netuno é poderoso, mas como é cruel também! Se fosse eu a deusa dos mares, não aceitaria holocaustos. Vamos, em todo caso, examinar o corpo deste moço. Talvez nos revele algo sobre a humanidade’.”  

“Aproximaram-se as filhas do mar do cadáver do jovem e revistaram seu terno e encontraram um bilhete no bolso mais próximo do coração. E uma delas abriu o bilhete, e leu...:”   

“O abismo ouviu suas palavras, e as ondas as carregaram até a praia, e a brisa as transmitiu à minha alma”.  

 

Pausa e respiração, antes de continuar o conto das Filhas... do Mar.

Mesmo eu excluindo depois... de contar essa história do Gibran Khalil...  Um dos contos do livro da estante.  

 

 

 

 

 


planetafuturo © Copyright 2000