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Num determinado momento do aqui e agora: a distinção entre o existente na nossa realidade; o possível de existir, caso se faça isto ou aquilo outro; e o inexistente. Saudável percepção, sem ilusões, inverdades e sofrimentos vãos. Uma verdade existencial: a realidade é mutável, impermanente, e depende de inúmeros fatores. O que não pode faltar em um caminho escolhido: amor e amor próprio.

 

  
 


 

 

 

Ano Novo Astrológico sob Perspectiva do Conhecimento Védico, Budista e Cristão

 

 

CARTA DE TRABALHO DE PESQUISA ENDEREÇADA AOS ASTRÓLOGOS E TARÓLOGOS, 22/03/2014

O ANO NOVO ESPIRITUAL ASTROLÓGICO E TAROLÓGICO, EM CONFORMIDADE À ASTROLOGIA OCIDENTAL SOB PERSPECTIVA DO CONHECIMENTO VÉDICO, BUDISTA E CRISTÃO,

Rosana Uchôa



O presente trabalho ressalta e mantém a posição exata de ingresso do SOL A ZERO GRAUS, ZERO MINUTOS E ZERO SEGUNDOS DO SIGNO DE ÁRIES como ferramenta de estudo, enquanto ano novo astrológico, seja qual for o ano, inspirado nos CAVALOS DE FOGO da CARRUAGEM de Lord Krishna: O CARRO VII DE KRISHNA.

Explicando: Krishna, como premissa, está fora da mandala astrológica, porque Ele não é como um de nós nesse mundo, seja quem for, ainda que nasça e viva como qualquer um. Um Avatar, uma Encarnação Divina, conserva-se de fora da Roda da Vida, assim como O LOUCO é sem número, e não o número zero, e, por esta razão, está fora da sequência dos XXII Arcanos maiores. Há liberdade de se buscar exercitar os aprendizados e ir liberando. Da mesma forma, Buda, explicando por intermédio de base teórica e prática ensinada em templo budista, a respeito da Roda da Vida Tibetana e os 12 Elos da Existência, a mente e o coração de Buda está por Natureza Primordial posicionado do lado de fora da Roda da Vida e seus 12 Elos interdependentes. Buda está posicionado na Mandala do Lótus, sim, sem grau e nem minutos, portanto, como pode ser visualizado nas imagens da Roda da Vida tibetanas, meditando livre no Lótus. Tal imagem pode acontecer seja onde for, ainda que Buda aparentemente entra e saia quando queira, nascendo, transitando e morrendo o corpo físico no mundo, aparecendo e desaparecendo. Krishna é um SER DIVINO, aparentemente como todos nós, eu, você, nós e eles, ainda não liberados, é claro, até a morte física certa um dia e o próximo renascimento de novo.



Correta, sim, a interpretação para o grau primeiro para o ingresso do signo de Áries em comemoração ao ano novo astrológico, dentro dos parâmetros considerados, inseridos e inconscientes, ainda sob o ponto de vista dentro da Roda cíclica, de uma “mandala aspas”, irreal, ilusória, de desejos, pulsões, objetivos, metas, sofrimentos e prazeres comportamentais e psíquicos, porque a mente não tem como sair disso assim e nem a de ninguém, só mudando de lugar, de estrutura de pré conceitos, e de casa de dentro de uma Roda, uma entre doze casas, porém sem visar a espiritualidade, a Luz Solar para concentrar a mente e meditar na Fonte, no Centro, a partir da mente dos Iluminados, e a partir dos ensinamentos deixados pelos Seres Divinos, os Avatares, as Encarnações Divinas, para a herança de todos, as bem-aventuranças.

O grau primeiro é, sem dúvida nenhuma, o grau dos experientes e renomados astrólogos, mas não representa a mente livre e desperta dos Seres Solares, os Iluminados Jesus Cristo, Buda, Krishna, desprovidos de desejos e posses pessoais, aqueles os quais nasceram com o único propósito de despertarem a luz e a essência existente dentro de cada pessoa, quando se dispõem a isso. A Carruagem de Apolo, o deus Hélio, o Sol na imagem greco-romana.  

É possível para um indivíduo estudar e testar a liberdade espiritual. Da liberdade da Roda da Vida e dos Ciclos de renascimentos e mortes. Do jeito da mente uraniana há oportunidade de concentrar e meditar no Buda sentado no Lótus da Natureza Primordial como devoto que simplesmente é, porque tem fé e acredita nela.

Sol e Urano em Áries, ambos na casa 9, casa essa regida por Netuno no mapa do ano novo astrológico, e de Júpiter exaltado no signo de Câncer no Ascendente de nossos princípios, abordagens e atitudes podem significa um feliz processo de desenvolvimento espiritual, quando o foco da mente é este.



O JULGAMENTO, ARCANO XX:



ERA UMA VEZ O BHAGAVAD-GITA E FIM. Meditando na Mandala do Lótus, porque é possível a qualquer pessoa o uso do discernimento e do bom-senso. Arjuna, em sua trajetória enquanto aprendiz, foi sendo inspirado e guiado ao longo dos anos, conscientizado, parado por conta própria em concentração, ou por forças reguladoras externas, também necessárias, sendo transformado e refeito por Krishna ponto final, inicial e intermediário da eternidade.

“O Bhagavad-gita, na forma da conversa entre Krishna e Arjuna, foi falado aproximadamente há 5.100 anos atrás. O Bhagavad-Gita, também conhecido como Gitopanishad, é a essência do conhecimento Védico, e um dos mais importantes Upanishads na literatura Védica. Ele contém o conhecimento completo da sabedoria Védica”. (HINDUÍSMO, Paravioma Dasa).
http://paraviomadasa.blogspot.com.br/2010/06/batiques-em-seda-dos-passatempos-de.html

Arjuna, em seu curso teórico e prático, foi estudando, parando, refletindo os assuntos, caminhando a sua vida como Deus lhe dotou, servindo ao seu propósito existencial, conhecendo-se a si mesmo, se aprimorando, e também aprendendo a aflorar-se, a desenvolver e a resolver suas potencialidades natas como um todo de seus nascimentos sucessivos, até um dia de um nascimento futuro concebida a existência, num novo paradigma e o ressurgir no amanhecer espiritual de liberdade dos ciclos de nascimentos, mortes, os renascimentos cíclicos da RODA DA VIDA, A MANDALA DA VIDA E OS SEUS 12 ELOS. Há os potenciais conhecidos em parte, os desconhecidos, e os pouco visitados, as estruturas rígidas, mutáveis e transitórias de todas as suas identidades as quais a mente já se identificou, estruturou, relaxou, superou, passou e transcendeu.

Arjuna resolveu entrar no caminho do seu destino e do seu teórico ponto zero da mente que não alcançou, porque se não fizesse isso, nada de espiritual ou material faria sentido nenhum a mais em sua existência atual, e absolutamente nada faria sentido excluindo de si e do meio o espiritual, caso não se dispusesse a praticá-lo e descobrir por si próprio as verdades ocultas e inconscientes em volta, ao seu redor, em seu entorno, dentro da própria casa e em si. Mas sabia ele conceber na mente a possibilidade da existência. Adentrou o seu mapa de vida, a vida como ele compreende, porque Krishna, Buda e Jesus Cristo deixaram os seus ensinos a todos, em especial o amor por Seus filhos, mulheres, homens e netos.

Ele olhou como qualquer um pode olhar, perceber fragmentos do inexplorado céu, amar e de fato fazer do amor a sua verdade do coração, extraindo das essências e do olhar para dentro: olhar para seus dons, seus talentos e seus recursos internos infinitos. Olhar o seu Mestre, o qual particularmente e individualmente reverencia e ama como devoto, um Bhakti devoto por natureza, e sua devoção instintiva, sincera, espontânea, seus professores e amigos queridos, e os entre aspas “inimigos” que também os ama por amar. Arjuna se reconheceu vivo, simplesmente vivo, e não morto, um ser presente no mundo, interagindo e se percebendo, sem se isolar do planeta concebido, sem número, e ao mesmo tempo se preservando, aprendendo também sozinho, na sua busca pessoal da verdadeira unidade terrena e sistêmica Solar, aquele o qual busca de modo seguro, perto de um enorme precipício, e mais um cão, seu amigo confiável de sempre, ARCANO O LOUCO, "O DESNUMERADO" (sem número).

Essa história forte aconteceu antes mesmo de ter nascido de um nascimento comum, comum mesmo, do sexo entre homem e mulher, com direito a esperma, óvulo, fecundação e prazer, tal como acontece a reprodução e o nascimento de qualquer ser humano e seu corpo físico, pessoa comum permeando o absurdo crescimento gráfico exponencial da população mundial, a partir da contagem dos 7.221.364.722 atuais no planeta, sem excluir nenhuma, porque, assim, desse jeito Louco, O GITA vai servindo de aprendizado para qualquer um, enquanto houver nem que seja um único sincero aprendiz em processo de desenvolvimento como aqui e agora. Não deixe de visitar para não ser indiferente às verdades, e, quem sabe, você dê uma passada no seguinte endereço, traduzindo para a gente o significado do movimento curioso e interessante dos números:
http://www.worldometers.info/br/

Passou. Foi antes. Aumentou bastante e de modo assustador, temerário realístico de nossa realidade num planeta de dimensão imutável, fixa. Em compensação, não é realmente novidade nenhuma o Bhagavad-Gita, lançado há aproximadamente 5.100 anos. Só não entramos em contato com os ensinamentos como devíamos, faz longo tempo agora. Que maravilhoso livro para cada um de nós estudarmos para sempre e servir a Krishna! HARE KRISHNA!

Arjuna agiu de modo individual, sem necessariamente se isolar das pessoas, familiares ou não, em alguma floresta longínqua dos sonhos idílicos dos deuses, seres humanos ou santos budistas, cristãos e hinduístas nesse mundo caótico ou natural daqui. Arjuna se considera aprendiz dos mestres da terra pura, herança interpretativa dos Ensinamentos Evangélicos, livros e pergaminhos, palestras, retiros espirituais, e uns tantos exercícios propostos.

Por novo ângulo, de outro modo, Arjuna surgiu daquelas matas ciliares, oriundas das frequentes e tentadoras ilusões e decepções arrebatadoras terrenas e mundanas, numa concebível imersão e inversão de valores e atitudes, já infiltradas por séculos, milênios de tantos os nossos hábitos repetitivos da mente condicionada. Em nossa mente, a mente geral; a nossa mente contaminada sócio-cultural, pedagogia da educação consumista dos desejos prazerosos e ótimos sem limites, fast-food de formas descartáveis de resíduos e mais resíduos sem destinação correta, retrato fiel e infiel de uma sociedade com múltiplas crises sem solução completa, a partir de um aspecto benéfico e também cruel da globalização que, paradoxalmente, pode ser considerada um tipo de ilha deserta do ego, terra pura, terra impura, ou caixão também, com certeza, emergente de um mundo interno tão profundo, bonito e complexo existencial. Tudo isso acontecendo em alguma espécie desconhecida de morte iniciática de algum ser humano lunático, sincero e espontâneo aprendiz espiritual, e suas pulsões fundamentais da mente a concentrar, meditar e compreender a cada dia, enquanto visualiza Deus em si mesmo e nos próximos a nascer sem parar.

Nesse caminho espiritual, Arjuna foi enfrentando desafios, superando obstáculos quase incontornáveis, basicamente o impossível e o intransponível. São não entendidos e ótimas compreensões, fazendo outras pessoas felizes e sendo feliz desse jeito: criando, crescendo, amando, doando, morrendo, ressurgindo de nova forma, e renascendo cada vez um pouco de si e fora de si por vez. Ele foi travando suas batalhas internas e externas ao mesmo tempo, sincronicamente, transitando no modo da impermanência, portanto, de todos ao redor, incluindo-se, num cenário de verdadeira e sadia loucura para qualquer um querendo praticar espiritualidade a partir do mundo que conhece e também concebe perpetuar e multiplicar. E, assim mesmo, no seu caminho projetado, e porque sonhou seus sonhos, acreditado, Arjuna ao seu modo de bondade, paixão e ignorância, certamente - e sem dúvida nenhuma, porque possui fé legitima a qual o legitima com o predomínio da bondade no coração - foi aprendendo a superar-se, se conhecendo, transcendendo, dedicando e se disciplinando no campo da fertilidade na sementeira das boas sementes espirituais na terra boa e água nascente, sim, por intermédio de suas alegrias, dores, crises psíquicas profundas e intensas no mundo, seus confrontos individuais, felicidades e vitórias.

ASTROLOGIA 2014, REGÊNCIA DE JÚPITER, SIGNO DE SAGITÁRIO.
Imagem disponível na mente abstrata: Um Centauro mirando com o seu arco e, em seguida, lançando a sua flecha individual bem no alvo zero, ponto central, O ANO 2014, de modo analógico tal como o marco zero de uma cidade, no Centro da Cidade, onde uma dada individualidade qualquer reside atualmente e pretende passar o seu ano astrológico e tarológico, em casa.

Nesse sentido, a interpretação do mapa astrológico espiritual é similar ao mapa da Revolução Solar, o mapa astrológico anual elaborado a cada ano na data e na hora de aniversário solar de uma pessoa, com data e hora característica e mutável, não necessariamente, e geralmente não, na mesma do nascimento, porém no grau e minutos idênticos à posição do Sol na data de nascimento.

DIA E HORA EXATA - TEÓRICA E RETÓRICA – DE UM DOS CENTAUROS DE ZEUS, não sendo, portanto, recurso teórico e prático de um único, felizmente, e sim válido para todos os profissionais da nossa aqui delimitada área de pesquisa, considerando astrólogos e tarólogos.
Data: 20/03/2014 às 13:57
Local: Centro da Cidade de Curitiba, marco zero, na Praça Tiradentes.
Latitude: 25:26 S
Longitude: 49:16 W

Curiosidade:
NO HORÓSCOPO CHINÊS 2014 É ANO DO CAVALO, afirmam os estudiosos do tema horóscopo chinês.
CAVALO MADEIRA! Ele mesmo! Surgindo das nossas florestas nativas e bem conservadas.

CALENDÁRIO VAISHNAVA:
28/08 – Astami. Aparecimento (nascimento) de Lord Sri Krishna.
29/08 – Nandotsava. Aparecimento de Prabhupada.

HARE KRISHNA HARE KRISHNA
KRISHNA KRISHNA HARE HARE
HARE RAMA HARE RAMA
RAMA RAMA HARE HARE

Dedico com respeito, carinho e gratidão os méritos deste nosso encontro reflexivo ariano, num final de Lua Cheia próximo ao ano novo astrológico ocidental, reflexivo e também viável, necessário, agradável e satisfatório de minha parte, graças, por exemplo, no que se refere a mim que escrevo, a Sai Baba, Krishna, Buda, Jesus Cristo, professores; a minha família de pai, mãe e irmão, às corretas e bem-aventuradas mesas de trabalho profissional do astrólogo
Jose Maria Gomes Neto e do tarólogo Nei Naiff, aos amigos, e com certeza quem leu um texto tão extenso, dedicando o seu tempo tão rápido e escasso para todos nós. Agradeço e fico feliz. Feliz agora e não depois. FELIZ E FELIZ VOCÊ.

Abraço fraternal e pensamento positivo aos tarólogos e astrólogos, convidando com satisfação, a você que leu, seja qual for o motivo, para ouvir, vendo e experimentando por si próprio(a), SIM, a música belamente cantada, recitada e interpretada por Krishna Das, HARE KRISHNA.

Ouvir Krishna Das com a alma não há preço que se pague e nem se compre como miseráveis, enquanto acreditarmos erroneamente que miseráveis existem na Terra. E justamente porque não conhecem a si mesmos e nem pretendem se satisfazer com essa busca feliz acessível a todos, sem exceções. Compreende-se.

FLUI E DANÇA COM LIBERDADE ESPIRITUAL, CONFORME A MÚSICA CIFRADA, SEM SER DADO E NEM DESEJADO SABER O TEMPO FUTURO.

 

 

 

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