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Num determinado momento do aqui e agora: a distinção entre o existente na nossa realidade; o possível de existir, caso se faça isto ou aquilo outro; e o inexistente. Saudável percepção, sem ilusões, inverdades e sofrimentos vãos. Uma verdade existencial: a realidade é mutável, impermanente, e depende de inúmeros fatores. O que não pode faltar em um caminho escolhido: amor e amor próprio.

 

  
 


 

 

 

A Lua Cheia do Lobisomen, 16 de março de 2014

 


A Lua Cheia do Lobisomen

Rosana Uchôa

16/03/2014


LUA CHEIA de 16/03/2014 às 14:08, horário de Brasília

Há fases e fases da Lua nos ciclos lunares. A cada fase da Lua acontece
um novo mapa astrológico da Lunação em curso: Lua Nova, Crescente, Minguante ou Cheia.

Lua Cheia de 16/03/2014 às 14:08, horário de Brasília é o mapa lunar da semana até a próxima Lua Nova, domingo que vem. Nesse ínterim acontecerá o ano novo astrológico, com o ingresso do Sol no signo de Áries, a zero graus e zero minutos, tornando essa Lunação de hoje interessante para ser também abordada.

A Lua é sempre cheia, contudo o único satélite da Terra não tem luz própria. Na Lua Cheia o Sol incide a sua luz na face da Lua voltada para a Terra, quando ela, então, para nós os observadores se torna uma esfera iluminada, em especial como na noite de véspera à tarde de hoje, ainda crescente; e na sua primeira noite de Lua Cheia, ao anoitecer. Na Lua Cheia a Lua está em oposição ao Sol, num ângulo Sol – Terra – Lua de 180°, em graus opostos. Sol em Peixes e Lua em Virgem no mesmo grau, em signos opostos e complementares no dia 16 de março de 2014. O Sol irradia a sua luz verticalmente sobre a Lua.

A Lua Cheia, além de servir de material de estudo à astrologia, ela em nossa cultura é representada no folclore brasileiro. Para efeito de elucidar, se for o caso, para um determinado tempo, lugar, circunstância ou individualidade, é possível contextualizar um sistema de símbolos, exemplificando-o. Devemos ser bastante cuidadosos ao tentarmos relacionar de modo adequado um sistema de símbolos particular, independente, com um outro sistema de símbolos também inteiro e independente. Isso não significa ilustrar símbolos na mente de forma aleatória, por acaso, de qualquer jeito, porque perderia o sentido o qual está pautado o estudo numa data ou circunstância específica, no caso aqui, da Lunação de hoje. Trata-se de um estudo, não mais do que isso, e nem precisa, porém ele complementa a razão dentro de certos parâmetros. São contos, histórias, casos, mitos, além do arcabouço teórico astrológico.

Folclore brasileiro e algumas de nossas lendas: Boto, Curupira, Boiatá, Lobisomens, Mãe-d'Água.

SIMBOLOGIA no dicionário:
Representação por meio de símbolo; estudo por meio dos símbolos; a arte de criar símbolos; o estudo ou a interpretação dos símbolos; sistema de símbolos.

O necessário astrológico: Em qualquer mapa astrológico, seja ele qual for, a posição do Sol por signo e casa é fundamental. O Sol está no centro do Sistema Solar e os planetas circulam ao redor em suas órbitas. Sol em Peixes e Urano na casa 9: assuntos de religião, filosofia, simbologias, culturas e países distantes, inclusive os distintos dos nossos, tantas vezes, mesmo para quem já tenha dado voltas ao mundo. Sempre haverá o que não faz parte do corriqueiro cotidiano de uma pessoa, com as suas crenças individuais; modos de ser, agir, pensar e sentir; religião, estudos aprofundados; trabalho; família, amigos, etc.

O mundo hoje em dia é complexo demais mesmo para estudiosos, profissionais de uma área com vasta experiência, cientistas e enciclopedistas. Pode haver sensatez no pouco que se saiba ou se compreenda sob um determinado ângulo de observação, considerando as propositais verdades, as propositais mentiras, as ilusões, os enganos e os equívocos parciais e completos. A vida sempre nos surpreende. É o nosso entendimento a partir do que conhecemos do que pode existir; ou de tudo aquilo que não conhecemos, porque não pode ser dito, entendido pelo que estudamos, não tivemos a experiência pessoal, e é como só Deus Sabe.

Partes de um mapa astrológico podem ser exemplificadas, utilizando-se analogias, experiências práticas dos seres ao longo da vida. Há experiências as quais não fazem parte de nós: não estão contidas em nossa trajetória; e não estão contidas no conjunto dos referenciais conhecidos, percebidos, sentidos, elaborados e comunicados nos passos, nos ossos, no coração, nas veias e no espírito no decorrer da existência. Seja quem for, a mente e as experiências de uma pessoa nunca foram e nem nunca serão como as nossas, mesmo quando há – ou não - pontos em comum ou referências próximas ou similares, num grau de consciência de situações transitórias e impermanentes.

Dentro da mente da gente é junto, ligado, zerado no não pensamento, pode ser; mas dentro da mente de outras pessoas as informações são processadas de maneira distinta da nossa. “Pode não ser como eu pensava”. “Não pensei nisso.” Vivendo e aprendendo. É assim para todo mundo. Não há nada de metafísico, esotérico, e nem muito menos romântico neste raciocínio. Pessoas são diferentes. Eu mesma não sabia nem de longe que hoje estaria pensando e escrevendo isso aqui, porque para mim é significativo. Na semana passada escreveria outro texto, se fosse essa a minha intenção. E estamos, de uma forma ou de outra, inseridos em uma série de coletivos, também diferentes entre si, característicos. A vida sempre surpreende e um dia nunca é igual ao outro, graças a Deus. Surpreendeu há uma semana, há dias, ontem, hoje e assim é. Disciplina, método, planejamento é importante para o ano, mas não estou retratando isso agora. A Internet nesse contexto, ela une e também separa. Ao mesmo tempo ela separa e também une. É uma “realidade espacial” de mentes individuais e também coletivas, distintas, características.

As pessoas podem olhar para uma cobra da natureza e fazer associações com: o animal em si no habitat dele, o psiquismo interno, o budismo, o baralho cigano, a cobra é isso e aquilo. A cobra mesmo nem sabe o que o ser humano pensa ao inseri-la no que nós pensamos; acreditamos sobre ela; no que pretendemos que acreditem, quando se tem esse objetivo; ou sistematizá-la em sistemas ótimos, bons, congruentes dentro de certos parâmetros. Há momentos quando o ser humano pensa e age de modo inacreditável e inusitado para a gente. É bonito isso! Acho lindo o ser humano. A gente passa a vida inteira tentando entender e praticar com o ser humano para compreender o miúdo de nossa percepção e análise em constante transformação. O ser humano é sempre inédito, e em determinadas ocasiões, inesquecível.

Há uma ideia que não deveria faltar na gente, porque é de Jesus Cristo, embora já tenha cometido equívocos e erros nesse sentido, como todo mundo: “Sede manso como as pombas e prudente como as serpentes”. A gente sempre pode melhorar, dia a dia.

Pensando sobre o eixo da Cruz Ascendente, Descendente, Meio-do-Céu, Fundo-do-Céu e os planetas conjuntos, Marte angular, Plutão angular, Júpiter ascendendo exaltado em Câncer, signo de domicílio da Lua, e a posição do Sol no signo de Peixes em oposição à Lua na casa 3 em Virgem, Urano na 9, lembrei da lenda do Lobisomem. A prata está associada à Lua, na astrologia.

“Este mito aparece em várias regiões do mundo. Diz o mito que um homem foi atacado por um lobo numa noite de lua cheia e não morreu, porém desenvolveu a capacidade de transformar-se em lobo nas noites de Lua Cheia. Nestas noites, o lobisomem ataca todos aqueles que encontra pela frente. Somente um tiro de bala de prata em seu coração seria capaz de matá-lo”.

 

Foi o ocorrido: Um tiro de bala de prata foi lançado no coração do lobisomen, bem no ingresso da Lua Cheia do dia  16/03/2014, exatamente às 14:08, horário de Brasília.

 

A mulher lunar defendeu-se, astrologicamente, dando um tiro no lobisomen da história, bem na hora e no minuto! Ficou, dessa maneira, perceptível a motivação da primeira conduta e, por conseguinte, as verdadeiras causas da reação produtiva e correta da segunda.

 

Bibliografia recomendada, de modo informal, amigo, familiar, ao se escrever bibliografias:

- TARÔ – SIMBOLOGIA E OCULTISMO – do tarólogo, escritor e astrólogo
Nei Naiff.
“Em uma abordagem inédita, a obra desvenda os limites de associação com a astrologia, a mitologia, a numerologia e a cabala, provendo um caminho seguro para o estudo comparativo.”

- Mitos e Lendas do Brasil – Folclore brasileiro.

Paz, felicidade e serenidade.
E boas noites.

 

 

 


 

 

 

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